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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Pode sempre ser pior...

Melhor do que o marido estar para fora e ficar sozinha com as duas é ter uma inundação num desses dias. Claro que tinha de acontecer estando eu sozinha, se tivesse ajuda não seria a mesma coisa.

Melhor ainda é a inundação acontecer ao ligar a máquina de lavar roupa (e ter imensa por lavar e não poder).

Mas melhor ainda é isto acontecer depois de jantar. A cozinha por arrumar, as duas por deitar e a lavandaria e cozinha parecem um rio. Tudo molhado e ter as duas a olhar para mim quando já deviam estar na cama. Eu, de cócoras entre panos e toalhas, a tentar evitar que a água chegue ao chão de madeira. Só me apetecia fugir. Ignorar e ir-me deitar.

Mas piora, claro que a água não podia ser limpa. Era fácil demais. Água suja e mal cheirosa.

Quando finalmente consegui enxugar toda a água, lavar tudo e arrumar tudo já passa da meia noite e elas continuam acordadas. E as dores nas costas (o meu ponto fraco)? 

Mas ainda fica melhor. Hoje ter de pagar um balúrdio por 40 minutos de serviço de desentupimento foi a cereja no topo do bolo. E as dores de costas continuam por cá como recordação...


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Horta ou jardim?

Actividade do dia - início à jardinagem (soa a nome de workshop). 

É uma novidade para todas, para elas e para mim que não percebo nada disto. Mas temos um terraço e é uma pena não termos qualquer natureza nele. Fui a um horto com a ideia de comprar umas plantas grandes que não dessem muito trabalho mas que se fizessem notar pelo verde. Mas com elas nunca se pode seguir um plano, o improviso acaba sempre por ganhar, arrastaram-me para os vasos de flores. Queriam trazer tudo (que fosse cor de rosa!), eu puxava para os verdes, elas puxavam para as cores.

Depois passamos pelas aromáticas e pequenos frutos. A Inês viu um vaso de tomate cereja e disse logo "eu quero este!", adora estes tomates e a ideia de ter "os dela" agradou-lhe! A Beatriz gostou de um vaso de piri-piri... pois, ele é giro, mas é de piri-piri. As flores não sei como se chamam, não reparei. Consegui convencê-las que no terraço ficava melhor umas flores amarelas ou laranjas. Na verdade eu também tive vontade de trazer muitas mais coisas mas tinha a mala do carro cheia com as tralhas da praia e tive de trazer um saco de terra que ocupou logo imenso.

Ficou a promessa de voltarmos. Parece que as sebes/arbustos inicialmente pensados vão ter de esperar. 


Mal chegamos metemos a mão à obra. Foi preciso tirar a terra velha dos vasos que tínhamos, lavá-los, enche-los da terra nova e colocar as plantas. Tudo sem arte mas com muita vontade. Depois regaram e contemplaram.

Hoje já me perguntaram se podíamos ir comprar mais plantas. A ideia de ter uma mini horta em vasos começa a agradar-me, tenho é medo de deixar morrer tudo. Tenho medo que não se dê por aqui com os ares do mar (o senhor do horto diz que não, que tudo se dá se for bem tratado, mas acho que ele nunca sentiu a nortada que às vezes - quase sempre - por aqui faz) e tenho medo do gato cá de casa que adora mastigar todos os vasos que tenho. Os vasos de interior morrem todos graças a ele... Acho que se ele se lembrar de morder um piri-piri pode ser que a mania lhe passe. Ontem decidi experimentar um e até vi estrelas!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Uma hora quanto vale?!

Uma hora sozinha rende uma hora.
Uma hora com a Beatriz rende uns 10/15 minutos.

Eu explico.

Chego a casa ao fim da tarde com a Beatriz (a Inês saía mais tarde nesse dia), era preciso fazer a minha cama de lavado. A Beatriz vai para o quarto brincar com qualquer coisa e eu aproveito para tirar a roupa suja da cama. A Beatriz chama, tem fome. Dou-lhe umas bolachas. Vou pôr os lençois sujos na lavandaria e buscar uns lavados. A Beatriz chama. Quer ver o Mickey. Lá vou ao guia tv procurar o Mickey (lá o descobri no Disney Junior) e fica a ver, não sem antes querer que eu também visse um bocadinho com ela. Coloco os lençois lavados na cama (que demora porque é capa de edredon, é muito pratico no uso mas uma seca para colocar) e a colcha dobrada ao fundo da mesma. A Beatriz chama, tem fome. Dou-lhe uma tangerina. Vou buscar as almofadas e as fronhas. A Beatriz chama, fez cocó e precisa de ajuda para se limpar. Coloco as almofadas na fronha. A Beatriz aparece, a tangerina acabou, quer outra. Finalmente coloco as almofadas na cama. Ufa! Uma hora. Uma cama, uma hora! 

domingo, 9 de março de 2014

Primavera antecipada

Hoje almoçámos no terraço. O sol esteve escondido mas esteve um dia quente e sem vento. As saudades que eu tinha destes dias bons. Almoçar com calma, tomar café e ficar a curtir o bom tempo. Como isto deve ser sol de pouca dura, há que aproveitar ao máximo. 

As meninas mataram saudades do baloiço, das brincadeiras lá fora, das roupas mais leves, sem casacos nem botas. Não fossem tão chatas e não estivessem sempre a fazer queixinhas uma da outra, teria até passado pelas brasas.

A brincadeira acabou de forma forçada por ter de as castigar. Acharam boa ideia brincar com a mangueira e molharem-se todas. Pois...


A Beatriz gosta muito de andar com o cabelo apanhado (ao contrário da irmã, que odeia) e retomamos os penteados de verão. Hoje foi dia de trança.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Que susto, pá!

Contextualizando: fim de dia, pai fora, a acabar de arrumar a cozinha, com pressa para as ir deitar.

Quando estou quase a terminar, ouço a mais a nova chamar, o som é abafado: "Mamã, anda cá. Não consigo sair".

Estava no escritório. A porta não abre. Pergunto-lhe o que se passa. "Fechei a porta à chave". Ó Céus! "Tenta rodar a chave, Beatriz", "Não consigo" , a choramingar. Noto-a a ficar nervosa e a afastar-se da porta. A irmã entra em modo histerismo, fala mais alto que eu, uma grande confusão, ninguém se ouve. Tive de acalmar a mais velha e não a deixar falar. Experimentei outras chaves. Nada. Estudei a possibilidade de sair sem ser pela porta. Impossível. Comecei a ficar sem opções. Deitar abaixo a porta (tipo à filme) fora de hipóteses, nunca teria força para isso. A miúda sempre a pedir para abrir a porta. A choramingar. O medo a crescer.

Dou um estalo mental a mim mesma. Não pode ser, calma lá. Isto resolve-se. A única solução é ser ela abrir a porta.

"Beatriz, chega aqui perto da porta. Tem calma. Vamos abrir a porta as duas. Está bem?"
"Não consigo"
"Consegues! Roda lá a chave como fizeste para fechar"
"Eu não sei. Para que lado é?"
"Faz para qualquer lado e vamos ver"
Roda a chave e nada. "Não consigo. Eu não sei" E chora.
"Tenta outra vez, tens de fazer força. Tem calma e tenta. Vais ver que dá"
Volta a tentar e ouve-se um clique. Puxo a maçaneta. Nada. Foi no sentido contrário. "Boa, filha! Tens de fazer o mesmo mas roda a chave para o outro lado. Faz força para rodar"
Ela roda e roda. E chora nos entretantos, diz que não consegue e afasta-se da porta. Chamo-a e tenho de a acalmar, via fechadura, várias vezes. "Espreita aqui, vês a mãe? Não vou sair daqui. Vamos lá tentar!"
Mais umas quantas tentativas... abriu!

Ufa! A porta abre e ela atira-se para o meu colo. Coração a miil e olhos vermelhos. Super assustada. A irmã ou se ri histérica ou faz uma cara de pesar, Ó Bia!

Foi uma lição para todos! A Inês tirou todas as chaves das portas (já poucas tinham, só as que nunca se fecham mesmo, como a do escritório em que a porta está sempre aberta). A Beatriz prometeu nunca mais brincar com chaves, Eu, depois de as pernas pararem de tremer, pensei que ainda acabamos por ter sorte. A Inês já fazia filmes de chamar bombeiros e polícia!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O baloiço!

Está a ser um sucesso!

Mas estas cenas da bricolage são sempre fantásticas. Comprei o baloiço, parecia ter tudo que precisava à excepção da ferragem para o fixar ao tecto. Fui a uma grande superfície de bricolage e comprei as ferragens e uns mosquetões para facilitar a colocação (e retirar no inverno).

Chego a casa e peço reforços (peço ao meu pai para passar lá por casa ao final da tarde para fazer os furos no tecto). Entretanto tiro o baloiço da caixa e constato que a corda é demasiado curta, colocada no tecto ficaria o baloiço muito alto, não se conseguiriam sentar.

Ligo ao meu pai para comprar corda para fazermos um aumento ao comprimento do baloiço. Ele lá chega e começamos a montagem. Acrescenta corda, como fixar de forma segura? Voltas e mais voltas e lá conseguimos. Agora os furos. Epá, as brocas não são grossas o suficiente, a ferragem que comprei tem um diâmetro enorme. Lá tem de ir o vuvú comprar a broca adequada. 

Furos feitos, baloiço montado, já é de noite e está frio. Mas elas não se aguentam de excitação, dão gritinhos histéricos e não querem sair do terraço.

Este fim de semana só deu baloiço! Andam que não se aguentam, um baloiço em casa (é o que elas mais gostam nos parques infantis). Claro que arranjei lenha para me queimar, estão sempre a discutir quem já andou mais, de quem é a vez e a mais pequena massacra-me para a empurrar...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Baixou o canalizador que há em mim

De vez em quando dá-me para isto. Arregaço as mangas e atiro-me de cabeça.

Há umas semanas foi a pia da cozinha. Entupida dias a fio, a água corria a muito custo. Mandei com gel desentupidor pelo cano abaixo mas passados uns dias estava igual. Então lá encarnei o canalizador. Toca a tirar os tubos, lavar aquela cena toda, tirar todo o lixo acumulado (nem vou falar muito nesta parte, quem já fez isto ou viu fazer, sabe porquê) e lá consegui resolver o problema. Mas eis que me deparo com outro. Ficou desentupido mas a verter água. Pois, as borrachas gastas, algumas se calhar foram juntas com o lixo. Pedi reforços (chamei o meu pai) e foi resolvido.

Agora era o lavatório da casa de banho que andava entupido há vários dias. Uma seca. Não me apetecia nada estar com estas coisas mas teve mesmo de ser. Tira tudo do armário. Tira o cano, e cabelos, e cabelos, e cabelos... a Inês entra nesse momento: Mãe, isso é a coisa mais nojenta que já vi! Ah, pois era. Horrível. Mas agora funciona que é uma beleza. E sem fugas nem nada. Impéc. 

Acho que vou começar a fazer uns biscates na área :)

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Não me faltava mais nada

Como sobreviver sem a máquina de lavar roupa?

Anteontem fez um barulho assustador ao centrifugar, parecia que ia explodir. Ontem chegou o diagnóstico: provavelmente tambor partido. Só abrindo se tem a certeza. Mas pelos vistos, só a abrir (e desmontar a máquina quase toda) é já uma pequena fortuna, fora todas as peças que seriam necessárias.

Pedir orçamento (sendo que só isto, mesmo não avançando com a reparação, ficaria sempre por não menos de 100 eur) ou comprar já uma nova?

Ai! O fim de semana à porta e o cesto da roupa suja já mais que cheio... tenho que resolver isto hoje.

domingo, 16 de setembro de 2012

Em falta


As fotos desta semana


254 a 257/366

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Não tentem fazer isto em casa!

Tinha os candeeiros de mesa de cabeceira do meu quarto a precisar de reforma, planeava comprar uns abajures novos, até que me lembrei de tentar fazer uma bricolage. Decidi forrá-los a tecido. Andei algum tempo a adiar mas, motivada pelo refresh que ando a fazer na decoração da casa, uns destes dias, foi o dia da reciclagem dos abajures. 

Tecido escolhido e cortado à medida (decidi fazer em tecidos diferentes mas ambos de fundo azul), cola branca e pincel, foi tudo que precisei. 

Gostei muito do resultado, longe da perfeição, mas muito giros. Falta ainda passarem pela prova da utilização. Sendo que nunca estão acessos muito tempo, nunca horas, apenas alguns minutos antes de deitar, mas preciso de ver se, com o aquecimento da lâmpada, a cola se deteriora e o tecido descola. Até ver, tudo ok!


241/366

quinta-feira, 3 de maio de 2012

123/366


Photo Wall
na nossa sala

by Instagram

sexta-feira, 20 de abril de 2012

111/366


Depois do disparate, foi tentar limpar.


Não é fácil fotografar, mas acho que dá para ver qualquer coisa. Acreditem, ao vivo está muito pior.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

102/366


Finalmente a minha orquídea branca vai florir.
Pensei que já não ia acontecer. Há, pelo menos, dois anos que não nascia nada.

Lá vai a loiça

É muito raro partir alguma coisa. Há anos (acho) que não acontecia.

Esta semana já parti três copos!

sexta-feira, 2 de março de 2012

Revolução II

Este post da Sofia revolucionou o meu dia (o último de Fevereiro). Fiquei com a imagem da cama da Leonor gravada, não me tinha ocorrido. A Beatriz ainda dormia na cama de grades, com dossel e tudo, mas já é uma crescida, talvez esteja na hora de passar à etapa seguinte. Tão depressa pensei como pus mãos à obra.

Fui buscar a Inês à escola e contei-lhe dos meus planos, ficou animadíssima por a disposição do quarto se alterar. Tirei a grade da cama, coloquei a barra de madeira (que vinha com a cama mas que já nem me lembrava dela) e montei a barra de segurança (que era da cama da Inês e se vende avulso no IKEA).

Trocámos móveis de lugar, arrumámos brinquedos, pusemos mais um grande saco deles nos arrumos, e ficaram com um quarto "novo". Claro que gritei umas 700 vezes, praguejei e jurei não me meter noutra com as duas presentes, aos saltos, a mexer em tudo, a "roubar-me" as ferramentas e fazer desaparecer os parafusos, mas o resultado final compensou.

A Beatriz adorou. A liberdade adquirida soube-lhe pela vida. Entra e sai da cama, põe os bonecos a dormir, vem ter connosco quando acorda. Anda feliz da vida. Hoje acordou de noite, espero que não haja correlação. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Só meto água

A propósito do problema com a máquina de lavar roupa, ontem resolvi armar-me em técnica. Tal qual um verdadeiro faz-tudo, meti as mãos na massa (ou seja, na máquina). Confere canos, mangueiras no seu sítio, vamos ao filtro. Onde fica isso exactamente? Lá encontrei. E lá encontrei também um gancho de cabelo.

Fiquei feliz! Resolvi o problema. Amanhã ponho a máquina lavar e aposto que já não tenho um rio na minha cozinha.

Hoje lá fui eu. Separo roupa escura e faço um programa mais curto. Entretanto vou fazer outras coisas e esqueço-me. Mas completamente convencida de que tudo correria bem.

Estava a arrumar umas roupas no quarto das meninas e ouço: chap, chap, chap e umas gargalhadas. Corro. Deparo-me com cenário pouco animador. Cozinha completamente inundada novamente e a Beatriz no centro da crise, satisfeita, feliz e encharcada. Agarro-a por baixo dos braços, toda ela pinga. Fecho a porta da cozinha e vou mudá-la.

Entretenho-a com o Panda na tv e fecho-me na cozinha. Balde e pano, os meus companheiros. Enchi baldes de água. Estou toda dorida das costas e com uma neura de todo o tamanho. Entretanto a Beatriz chora, quer entrar na cozinha. Abro a porta e, enquanto acabo de limpar, ela tenta agarrar o balde. Ao tentar evitar que ela meta as mãos dentro do balde, acabo por o virar. Arre, que sorte a minha! Praguejo, praguejo, praguejo! O chão todo molhado novamente, a miúda toda encharcada mais uma vez. Começo novamente o processo: mudá-la, distraí-la, ir limpar. 

Estou farta de roupa. Tenho roupa por todo o lado. Roupa a secar, roupa para passar (embora ontem à noite tenha diminuído um bom pedaço) e muita roupa para lavar. Isto já andava atrasado, com a mudança do tempo fui buscar a roupa que era da Nini e que será para a Bia, e esta confusão veio complicar ainda mais.

O problema já está identificado. O meu pai veio cá almoçar e lá o cravei para tentar ver qual seria o problema. É o cano por onde escoa a água suja que está entupido. A água faz retorno... Agora espero que o técnico de verdade cá venha resolver o problema. É que depois disto ainda muita água tem que rolar. Salvo seja!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

"Piscinar"



Tinha jurado que não comprava mais piscinas insufláveis (o gato fura-as todas) mas não resisti. Elas adoraram, foi uma tarde em cheio. Muitos "mergulhos", muitas gargalhadas e duas meninas felizes. 

Pena que entretanto o vento voltou e ainda não pudemos repetir. Vamos lá ver se ela (a piscina) se aguenta até novo dia de verão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Tanta tralha!

Estamos em arrumações no quarto das meninas!
Tenho já duas caixas (de mudanças) cheias de brinquedos para dar. O quarto ainda parece atafulhado.
Agora a preocupação é também colocar inacessível os brinquedos com peças pequeninas por causa da Beatriz.
Precisava do dobro do espaço!
Vamos lá continuar...

Já está!
Duas caixas daquelas de cartão de mudanças cheias de brinquedos mais um saco grandalhão.
Dois sacos lixo de 30l de brinquedos estragados e outras tralhas que se foram acumulando, já estão no lixo.
Mudamos a mesinha de sitio e ficaram com mais espaço para brincar.
A Nini ficou feliz, mesmo com menos brinquedos, ficou com mais espaço para brincar com os que ficaram.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Missão da semana

Acabar com os restinhos!

Passo a explicar. Cá em casa parece que se colecciona frascos de shampo, amaciadores, gel de banho. Na banheira temos uns 3 shampos abertos, outros tantos gel (?!) de banho, amaciadores, máscaras, etc...

Esta semana vou usar todos os frascos/embalagens com aquele restinho que teima a ficar no fundo, deitar fora os que já estão abertos há muito tempo, fazer uma limpeza visual à banheira. É a pressão para poupar, não deitar fora que ainda tem um bocadinho, e depois acumula-se lixo...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Coisas da época

Verão = Calor = Dormir de janela aberta = Vizinhos assaltados*

* passaram pelo nosso terraço :S