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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Este fim de semana andámos de comboio








Uma viagem curta, só mesmo para conhecerem e experimentarem.
Foi muito bom. Fez as delícias delas.
E, como foi de improviso, soube ainda melhor.

Não me canso de contemplar a magnifica estação de São Bento. 
Parece que os anos passam e vai ficando mais bonita e carismática. 

domingo, 8 de setembro de 2013

Não há que enganar

Um passeio pelo parque, uma visita aos patinhos com um saco cheio de pão seco, é programa bem sucedido e umas horas bem passadas.






quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Setembro

Chegou Setembro. 

Por aqui ainda não se alteraram muito as rotinas porque as aulas ainda não começaram. Ouço e leio relatos entusiasmados do recomeço ou da primeira ida para a escola. Ouço e leio expectativas e ansiedades. Ouço e leio sobre as maravilhas deste mês, do que aí vem. 

Confesso que em mim o mês de Setembro nunca causou boa impressão. Os dias são mais pequenos. O calor começa a ir embora. O verão começa a despedir-se. Começo a pensar que o frio está cada vez mais perto. Os dias cinzentos, húmidos e feios a chegar a passo acelerado... não gosto.

Eu vivia bem e feliz com sol e calor todo o ano. Ou, pelo menos, que se invertesse e que o frio durasse o que dura o nosso verão, que passasse a correr como passam estes dias bons e luminosos.


A escola está prestes a começar. Um recomeço para a mais velha, um verdadeiro início para a mais nova. Aguardo com altas expectativas por ambos, por razões diferentes e por uns dias mais calmos. Três meses de férias delas é dose. É intenso, bom às vezes, cansativo sempre, mau muitas vezes.  Fizemos coisas giras, fizemos praia, piscina e um piquenique. Fomos ao cinema e às compras. Ficámos em casa. Passeámos. Brincaram, divertiram-se, chatearam-se. Deram muitos beijos e abraços à mãe mas também me puseram a cabeça em água quase todos os dias. 










sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Há alguns anos eu fugiria a sete pés!

Não gostava de marisco. Não comia.
Até um dia...






segunda-feira, 17 de junho de 2013

Festival

Fomos uns sortudos e, graças ao Maravilhas da Maternidade, estivemos no acontecimento do ano para a pequenada.

Elas adoraram. Adoraram tanto que a Beatriz se fartou de chorar. Estranho, não é? Também nunca pensei, as crianças são mesmo imprevisíveis. Quando o espectáculo começou e o Panda subiu ao palco, para ela, o óbvio seria ir ter com ele. Como ela diz, o Panda é meu amigo, eu gosto dele! Não fazia sentido estar ali no relvado e ele no palco, ali tão perto e sem lhe conseguir tocar e falar. Cada vez que ele se virava para o lado onde estávamos, ela cruzava os braços e abria a torneira. Estava inconsolável. O pai teve de ir passear com ela e ouvir a música de mais longe.

Ao fim conseguiu tocar-lhe, assim de surpresa, ele apareceu e ela agarrou-se a ele, e fez-lhe muitas festinhas. Ficou mais conformada. Diz que também queria falar com o fungagá (o avô cantigas!).

Choros à parte, valeu muito a pena, a Inês também gostou e divertiu-se a rever a bonecada de outros tempos (que ela agora já é muito grande para ver o canal panda, agora só dá disney channel).




terça-feira, 21 de maio de 2013

Ai, Senhor de Matosinhos

Cheia de boa vontade, decidi levá-las (sozinha) ao Senhor de Matosinhos. Eiiii, que bom! Vamos! Ficaram todas entusiasmadas. Expliquei as regras: nada de birras, sempre de mão dada e quando for para vir embora nada de chorar, amuar ou reclamar. Pois sim...

Foi uma animação, passeámos, vimos artesanato, comeram algodão doce. E lá fomos nós até o que elas mais ansiavam: os carrosseis.

A Beatriz mal avistou o primeiro, esqueceu as regras todas, largou-nos as mãos e desata a correr. Por sorte estava parado, senão acho que era maluca o suficiente para tentar entrar em andamento. Lá comprei as fichas e andaram todas contentes. Mal pára já estão a perguntar em qual vão a seguir. Andaram em mais dois e comecei a ver que nunca iriam dar-se por satisfeitas. Aquilo não é propriamente uma pechincha.

Perguntei se queriam passear. Não!!! Queremos andar em mais! Eu quero andar naquele. Não, eu quero outro. Então vamos embora.

A pequena foi a chorar durante todo o percurso para o carro. Teve de ir ao colo porque não andava, não queria ir embora. A mais velha para ajudar a festa só chamava a atenção para coisas interessantes: olha o palhaço a fazer balões, olha pipocas, olha balões da Hannah Montana, olha que brinquedos tão giros. A outra ainda chorava mais. Parámos para beber água (hoje esteve um dia decente, com algum calor!) e lá acalmaram. Mas o sono da mais nova já era muito e a coisa de certeza que ia descambar outra vez, continuamos o percurso para o carro.

Minhas ricas filhas, eu adoro-vos mas acho que não me meto noutra. Vamos esperar pelo vosso paizinho para repetirmos o programa, boa?

segunda-feira, 25 de março de 2013

domingo, 25 de novembro de 2012

330/366


Hoje fomos dar de comer aos patos.




quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Sempre pronta a passear

Tem medo que o tecto lhe caia em cima.
Não pode ouvir a porta da rua, corre de imediato: Onde vais? Poxo ir? Anda lá!
Quando regressamos a casa: Vamos para casa? Não quero. Quero paxear. Anda lá!
Ao estacionar na garagem, afunda-se na cadeira, vira a cara e finge que dorme.
Este fim de semana, depois de três dias fora de casa, veio todo o caminho (ou parte do caminho em que esteve acordada): Não quero ir pa casa do Fofinho! Onde vamos? Não quero ir pa casa do Fofinho! Pa casa do Fofinho, não, 'tá bem?

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Bom Jesus


Ontem rumámos a norte, fomos mostrar às meninas o Bom Jesus em Braga. Não, não subimos a escadaria... Mas andámos no elevador. 

Num dia de outono, com cheiro a outono, mas com um calor bom ainda de verão. Foi bom mudar de ares e passear muito. Não precisamos de ir muito longe para passar um dia diferente.

Ainda encontrámos uma cidade de Braga em festa (no âmbito da Capital Europeia da Juventude), muita gente nas ruas, um bom ambiente.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

169/366


Framboesas acabadas de apanhar

168/366


A jogar às escondidas

167/366


terça-feira, 22 de maio de 2012

Dia longo

Hoje a mais velha foi passear. 

Primeiro desafio: preparar o farnel. Necessários dois lanches e o almoço. Para uma esquisita e pouco amiga de comer como a minha filha, não é fácil, principalmente o almoço. Optei por fazer o que ela mais gosta, massa, não muito usual em piqueniques. Massa com cogumelos, dois panadinhos de peru e morangos para a sobremesa.

Segundo desafio: chegar a horas. Pai fora. Despertador com uma hora de antecedência. Despertador não tocou. Acordei às 9h. Saída da escola prevista para as 9h15. Operação relâmpago: vestir a primeira roupa que apareceu, fazê-la saltar da cama, lavá-la e deixá-la a vestir-se enquanto enfiava tudo na mochila, ir gritando instruções tipo: calça as sapatilhas! Vai buscar um casaco! Tirar a Beatriz da cama, calçar-lhe uns sapatos. Pacote de leite na mão da mais velha. Siga. Entramos no carro às 9h10. Não sei como. Chegámos a horas. 

Terceiro desafio: o adeus. Levei-a até à sala, já estavam de saída, deu a mão ao amigo com quem fazia par e saíram. Vi-a entrar na camioneta, disse-me adeus. Fiz-lhe sinal que ia embora mas pediu-me para não ir. Fiquei à espera que partissem. A carinha dela fechou-se, fiz-lhe sinal para se rir, mas não riu. A educadora fez-me sinal que estava com uma lagrimita no olho. Não percebo porquê, estava tão contente. Não pude falar com ela, a camioneta partiu. 

Quarto desafio: a irmã. Perguntou-me durante uma hora, de minuto a minuto: A Nini? Foi passear com os amigos. Maquenho! (também quero).

Quinto desafio: o regresso. Esperar que cheguem no horário previsto porque tem aula de ballet e temos que lá chegar e trocar de roupa em 15 minutos.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

121/366


Fim de tarde