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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Uma semana dos infernos

A semana passada começou mal com a pequena com dores de barriga e sem apetite, apareceram as febres altas, os vómitos e a diarreia. Gastroenterite, essa maravilhosa virose. Noites mal dormidas, dias sem comer, mesmo sem comer, não estou a exagerar, nem a água ficava toda no estômago, grande parte deitava fora passados segundos. Muita preocupação porque nem a medicação conseguia ser tomada como devia. Muito medo da desidratação. 

Uma semana fechadas em casa. Muito choro, muitas disputas pela tv, muita saturação. No final da semana voltou a comer, aos poucos, no fim de semana melhorou. Ontem estava faminta e só pensava em comida. Comeu nestum ao pequeno-almoço mas pouco depois pediu uma torrada, ainda antes do almoço comeu duas bananas com canela. Almoçou (mais ou menos). Lanchou dois pães torrados com manteiga e quatro danoninhos (eu só lhe dei dois, ela comeu os outros às escondidas). Perdi a conta às bolachas. Antes de jantar ainda petiscou cerejas e maçã. Jantou. Bebeu o biberão de leite ao deitar. Isto até pode ser normal para muitas crianças mas para a minha magricela é fome mesmo. Bem precisa de recuperar os quilos perdidos. Está tão magrinha...


Pensei eu que esta semana começaria melhor. Enganei-me. Agora tenho a continuação. A mais velha está parecida. Não está em jejum total como esteve a mais nova mas anda lá perto. Só consegue estar deitada, quando se levanta fica enjoada. Não quer fazer nada. Está febril.

Estou cansada. E frustrada. Elas estavam tão ansiosas por estas duas semanas, é a época balnear na escola da mais nova mas que a mais velha também iria frequentar porque a inscrevi no atl. Só falavam que iam as duas juntas para a praia com os amigos da Beatriz. Estavam tão contentes e, para além de já terem perdido uma semana de praia, perderam também esta oportunidade de estarem juntas de forma diferente, de partilharem o quotidiano escolar. 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Ter os filhos doentes é dose

Mesmo quando não é nada de grave...
Os dias são uma animação!
Manhã no hospital.
Tarde a tentar que descanse entre febre e má disposição, esta semana fez todas as sestas ao meu colo.... e eu presa!
Noites.... em branco. É a febre que sobe sem aviso, quer água ou leite, tanto tem frio como calor, quer dormir connosco, dá-nos cotoveladas e pontapés, geme e fala quando a febre está alta...

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Estava a correr tão bem

Fui buscar a Inês à escola e, em vez de irmos directas para casa como habitual, parámos na esplanada para comer um gelado. Estava-se tão bem! Um fim de tarde ameno, a correr apenas uma brisa, mesmo convidativo a ali ficar mais um pouco. Segurei-as pouco tempo à mesa, foram brincar para a areia. Entretanto o pai juntou-se a nós. 

Elas brincavam com outras crianças e com uma cadela já conhecida de outras idas à esplanada. De repente a Inês grita, chora e, quando olho, vejo sangue. Corri para ela que estava agarrada à cara. O cão (cadela) atirou-se a ela e mordeu-lhe o nariz. Lavei mas continuava a sangrar e viam-se os golpes, um de cada lado. Fomos ao centro de saúde e por sorte estava calmo e foi logo atendida e devidamente tratada. Não passou de um susto. Os golpes foram superficiais e não tardarão a passar. Mas valeu para o susto, nosso e do dono da cadela que ficou mesmo muito preocupado. 

A Inês não fez mal à cadela, estava a brincar com ela, estava tão feliz que achou por bem abraçá-la. A cadela não gostou. 

Tanto ela como a irmã adoram animais, adoram cães. Tenho imensa dificuldade em evitar que corram para todos os cães que passam. Fazem festinhas sem qualquer medo, seja qual for o tamanho do cão. Não quero que ganhem medo mas espero que este episódio sirva para que pensem duas vezes antes de se atirarem a todo o cão que passe.

Estava a ser um fim de tarde tão bom mas lá viemos nós corridos da esplanada. Mesmo a tempo de ouvir o discurso de um outro com nome de animal mas nada fofinho.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Nem tudo são rosas

É pena mas não se pode ter sempre boas noticias.

Da visita ao oftalmologista, vim triste e com a típica preocupação de mãe. Gostamos sempre de ouvir coisas boas e, não podendo ouvir um "já está boa", esperamos pelo menos ouvir um "está melhor" ou até mesmo um "não está pior". Mas nem sempre é assim. Hoje ouvi "infelizmente, piorou". Não o estrabismo, esse parece ser mesmo acomodativo, mas a hipermetropia.

Vamos trocar as lentes, aumentar cerca de uma dioptria. Sei que não é nada grave. Haja óculos, haja médicos e haja coração que aguente sobressaltos. 

Amanhã vamos encomendar as lentes novas, com urgência, para que para a semana o médico a volte a ver e reavaliar já sem a dilatação da pupila (aquilo das gotas que andou a fazer esta semana).

terça-feira, 2 de abril de 2013

O cabo dos trabalhos

Vai-se ao médico e ele diz para, na semana anterior à próxima consulta, colocar uma gota de colirio, duas vezes por dia, nos olhos da mais nova. Não é a primeira vez, mas nas anteriores ela era bem pequenina, com  apenas um aninho. Não foi fácil mas fez-se bem.

Parece fácil. Mas não é. É muito, muito complicado. Tem de ser à força (claro que lhe explicamos tudo e ela até tentou colaborar a primeira vez mas à primeira tentativa desistiu, esfregou os olhos e gritou: não quero isso!). Temos de a imobilizar, ela grita, cerra os olhos e a gota não entra. Temos de abrir o olho à força mas temos medo de a magoar. Acabamos a tarefa cansados, angustiados e sem certezas de que foi bem sucedida.

Hoje estou sozinha, amanhã de manhã também. Vai ser lindo, vai, vai!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Primeira falta

Hoje a minha menina crescida acordou chorosa, com dores de garganta e cabeça e uma ponta de febre. Pela primeira vez pediu para não ir para a escola. E não foi. Não estava mesmo em condições.


De manhã ainda brincou com a irmã mas sem grande energia. Acabou por se deitar. De tarde tentou brincar, pediu-me para estar com ela e tentámos fazer um gato (kit de costura que recebeu no Natal), mas acabou por ceder ao cansaço e adormeceu. Só mesmo estando doente.

Agora, no 1.º ano, custa (lhe) faltar. Fica a sensação de estar a perder terreno, poderá sentir-se depois atrasada em relação aos colegas mas estou certa de que rapidamente recuperará. 


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Chuac!

Como é que alguém (eu), que nunca usa batom (excepto o do cieiro e de um gloss de vez em quando), anda cheia de vontade de comprar um? E logo um vermelho ou então um tom nude. Faz sentido, não faz? Até são parecidos. 

Deve ser por não poder usar nenhum. Pelo menos para já. Descobri que tenho herpes labial (Oh God!) e ando a ressacar de batom e de beijinhos. 

Só agora me apercebo como sou uma beijoqueira. Agora que sinto o impulso mas não os posso dar. Então às miúdas, devo dar-lhes umas boas dezenas de beijos por dia. 

Em contrapartida tenho recebido muitos mais. Já que não os posso dar "obrigo-as" a dar-mos!

- Titi, dá um beijinho à mamã. A mamã tem o doi-doi e não te pode dar.
- Calma, mamã. Vai paxar, tá bem? Calma. A Titi dá beixinho.

- Nini, dá beijo à mãe para ires para a cama.
- Mamã, dou-te muitooooos!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Olá 2013!

Comecei o ano a ver tudo a andar à roda. Literalmente! E não, não foi do álcool.

Descobri a poucos dias de o ano terminar que tenho vertigens causadas pelos cristais do ouvido. Pelos vistos eles gostam de passear aqui pelos canais auditivos e eu pareço uma tontinha. Não posso olhar para cima, não posso olhar para baixo, evito olhar para o lado. Olho em frente e já estou cheia de sorte!

Em 2012 tive três crises (antes só tinha tido uma durante a gravidez da Beatriz, pensei que eram picos de tensão e foi uma crise rápida). Na primeira voltei a pensar que andava com a tensão alta. Mas não era disso. Como passou rápido, não pensei mais nisso. Na segunda crise, fui ao hospital, fiz raio x à cervical e estava tudo bem. Fui medicada mas com instruções de consultar um otorrino. Mas fiquei bem com a medicação e acabei por não ir. Desta vez, à terceira, teve mesmo de ser. E lá fui eu. Abanou-me a cabeça, fez-me andar às voltas numa maca, ao que ele chamou de manobras para colocar os malandros (leia-se cristais) no sítio. Saí de lá melhor mas à noite elas, as vertigens, tonturas, voltaram.

Vou ver isto como um sinal. Entrar em 2013 em modo parque de diversões (a sensação é parecida àquela de se por os pés no chão depois de andar muito tempo à roda) só pode ser bom, não acham? Aposto num ano divertido!

Bem-vindo 2013!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Xarope de cenoura

Esta noite a tosse (maldita) atacou a minha menina mais velha. Deitou-se perto das dez da noite e passado pouco tempo começou a tossir sem parar. Um crise de tosse mesmo daquelas potentes, quase sem intervalo, sempre a ver quando vomitava mas, estranhamente, sem acordar.

Não tinha nada em casa, medicamentos, para lhe dar. Felizmente, isto já não acontecia há bastante tempo e até o vick vaporub (que costumava esfregar-lhe nas plantas dos pés ao deitar e lhe aliviava bastante a tosse) já tinha passado de validade.

A certa altura a tosse era tanta que o pai foi dar-lhe uma colher de mel (mas é para as dores de garganta e não para a tosse, certo?). Sem a acordar deu-lhe a colher de mel, tipo quem lhe dá um xarope. Acalmou. Mas por pouco tempo.

Depois o pai lembrou-se no antigo e tradicional xarope de cenoura. E foi fazer.

Perto da meia noite ela acorda, chorosa, cansada de tanto tossir. Deitou-se no sofá com a cabeça ao meu colo, bastante elevada. O pai deu-lhe o xarope de cenoura. A tosse foi passando e ela voltou a adormecer calmamente.

Incrível. Não sei se foi do xarope ou de ter adormecido com a cabeça bastante elevada. Mas resultou. Receei que a tosse voltasse quando a deitasse de novo. Mas não. Só voltou umas horas mais tarde, quase de manhã. Voltou a tomar uma colher do xarope caseiro e voltou a adormecer.


345/366

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Coisas deste tempo

Assim, do nada, ontem ficou doente.
Estava muito bem quando fui buscar. Fomos ao parque. Começou a ficar caída.
39º de febre. Adormeceu, não jantou, foi um filme para lhe dar o antipirético.
Acordei de hora em hora para lhe controlar a temperatura.
Acordou melhor mas com a garganta vermelha.
Começou o fim de semana mais cedo (para mal dos meus pecados).

sexta-feira, 9 de março de 2012

knockout

Estou que não me aguento.

As três constipadas. Eu cheia de dores no corpo, dores de cabeça e até uma chata de uma dor de dentes me apareceu. As três em casa todo o dia para ver se curamos isto e o fim de semana não é estragado. O pai que  só chegará muito depois de estarem a dormir.

Aturar as duas, fazer refeições, tratar de roupas e fazer limpezas (que há um mês que a minha "querida" empregada se pôs na alheta). Se tudo isto não é fácil em estado normal, em estado em-vias-de-adoecer, nem vos conto.

O que eu dava por me poder deitar na cama agora...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Melhores dias virão

A maternidade, este mundo maravilhoso, tem o seu lado obscuro. Desde que entramos nele nunca mais estamos completamente em paz. Há sempre uma preocupação, algo que nos angustia, o medo das doenças, da sua segurança, felicidade, um rol de itens.

Estes últimos dias foram assim. Ando preocupada. A Beatriz não melhora. O seu estado de saúde vai-se alterando, mas não melhora. Anda bem disposta, brinca, faz disparates, come normalmente, mas não melhora. Claro que tudo isto é bom sinal, mas só sossego quando a vir boa.

Amanhã mais duas consultas.

Coração de mãe devia ter protecção, uma espécie de capacete e caneleiras, para proteger nos embates.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Corpos estranhos

Acabados de sair do otorrino que retirou de uma narina da Beatriz três corpos estranhos. Uma peça de um jogo da irmã e dois enormes pedaços de algo parecido com algodão (suspeito de enchimento de algum peluche).

Andava há duas semanas (ou mais) com um corrimento estranho naquela narina e desde o fim de semana que estava a ficar com mau aspecto, tivemos medo de fazer infecção.

Vai tomar antibiótico e voltar ao otorrino daqui a duas semanas.

É cada uma...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Há dias assim...

Há dias que começam, duram e acabam mal. Foi assim o meu domingo.
Com direito a 112, ambulâncias, o dia todo em jejum e em pé ao lado de uma maca, num corredor.
A busca nocturna por um medicamento esgotado.
As miúdas excitadas que não adormeciam de forma alguma.
O dia terminou depois da 1h e ainda bem que já era amanhã...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Dia das consultas

Hoje começamos com consulta de oftalmologia para a Beatriz. Tudo a correr muito bem. Tudo indica que o estrabismo dela seja acomodativo, com óculos desaparece, sem eles nota-se logo. Está a correr bem e melhor do que o médico esperava. Nova consulta daqui a 6 meses.

Seguiu-se pediatra com as duas. 

A Beatriz estando apenas constipada, foi consulta de rotina. Continua magrita mas a crescer ao ritmo dela, aumentou no percentil do comprimento. Nada a registar.

A Inês foi ao pediatra por estar doente desde o fim de semana com febre, dores de garganta e mau estar geral. Está com as amígdalas muito dilatadas, vê-se ao longe. O pediatra até comentou que nem sabe como ela respira, estão a tapar quase totalmente a faringe. Já começou antibiótico e esperemos que melhore rápido. Raras vezes vi esta menina tão em baixo.

domingo, 16 de outubro de 2011

Crise cá de casa

Não vou falar da outra, da de todos nós. Fiquemos pela crise deste fim de semana onde também imperou a austeridade, de diversão e de passeios, pelo menos. Tivemos (estamos a ter) um fim de semana muito caseiro. 

A Inês está com uma gastro ou algo semelhante (diagnosticada por mim), não come nada e está com perturbações no trânsito intestinal (estava a tentar não usar a palavra diarreia, mas pronto, é isso!).

Uma festa de aniversário muito ansiada (ia rever os amigos da antiga escola) a que não pôde ir e a  fez ficar tão triste (e a nós também). Tentou ir com o pai ao parque mas voltou a correr por causa das cólicas.

Hoje fomos arejar até à praia mas, eu e ela, tivemos que vir à frente a correr para casa, pelo mesmo motivo. Até uma sesta dormiu de tão cansada que anda.


Era o último fim de semana livre (sem o pai estar a dar aulas ao sábado) dos próximos tempos e foi tão mal aproveitado :(


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ainda por cá anda

O maldito bicharoco. Pai e filha continuam doentes.

Como, ao quarto dia, a febre da Beatriz persistia, liguei ao pediatra. Disse para aguardar mais um dia já que não havia mais sintomas.

Hoje (quarta) voltou a acordar com febre e à tarde lá fomos nós para ele a ver. Apresentei-lhe uma bebé febril, com pingo no nariz mas bem disposta e sorridente. Sorriso que desapareceu mal ele a forçou a abrir a boca e lhe quis ver os ouvidos. Berrou que se fartou! 

Conclusão, uma faringite e liquido nos ouvidos (uma otite serosa, portanto). Para evitar complicações e uma evolução da otite, lá veio com a prescrição de antibiótico, celestone e ben-u-ron.

O pai continua na mesma. A fazer febre, muito congestionado e em baixo.

Eu e a Nini, para já, estamos finas!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Fujam!


Tenho o marido e a filha mais nova doentes. A pequenita suspeito de uma faringite (que apanhou de certezinha porque tem um dente a romper), ao terceiro dia a febre começou a ceder pelo que é virico e não fomos ao pediatra.
O mais velho está completamente gripado com tudo a que tem direito.
Eu a Nini vemos os vírus passar e tentamos desviar-nos. Abro janelas para lhes dar oportunidade de fugir. Mudo roupas de camas para ver se não se instalam cá em casa.
Tenho trabalho por fazer, roupas para passar a ferro, refeições para todos a toda a hora. A Nini começa na escola nova esta semana, não pode ficar doente!
Ai...

domingo, 11 de setembro de 2011

Água

Dar água da torneira (não fervida) a partir de que idade?

Cá em casa bebe-se praticamente só água mineral mas, não é raro, a Inês ir buscar (à torneira) água para beber sem pedir. Sei que na escolinha também bebia e nunca lhe fez mal. Mas nunca houve essa da transição de forma consciente. Ontem deu à irmã.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O que será?

As borbulhas voltaram a aparecer. não voltei a dar-lhe nada com morango.

Raios!