terça-feira, 13 de novembro de 2012

Sobre a coincidência

Aquela da necessidade de sapateiro e o insólito encontro com a dita.

Correu bem. Os sapatos estavam lá. Bonitinhos e arranjadinhos, no dia e local combinados. Até vim embora sem pagar porque a senhora não tinha troco e mandou-me embora com um depois paga. À confiança. Claro que o marido passou por lá mais tarde, ainda nesse dia, com o dinheiro certo.

Quanto a preços, não faço ideia. Digam-me lá. Colar um par de sapatos e umas botas, ambos da Inês que descola as solas todas ao calçado, e polir, 7 aérios.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Bom dia!


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Só mesmo um café me salva hoje...

(A foto devia ser de ontem. Mas ontem não houve fotos)

domingo, 11 de novembro de 2012

Momentos do nosso dia


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Um passeio pela baixa (onde decorria o evento francesinhas na baixa).
Visita à Papélia. Adoro. Fico com vontade de trazer tudo!
Um guarda-chuva com pernas. Aqui até se vê mais que isso, a inclinação da rua ajudou.
A pedido do guloso mais velho cá de casa, os croissants de chocolate, again!

sábado, 10 de novembro de 2012

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Ontem.
Muito bom.
A dois.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

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Sem comentários!

Momento romântico

Logo de manhã, abraça-me e diz-me:

- Já viste? Há 17 anos que te aturo.
- ... que tens a sorte de me aturar.

 ♥

Há 17 anos atrás, uma festa mudou a nossa vida para sempre!
Éramos tão pequeninos!
Parabéns!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Obrigada rica filha!

Passava na tv uma entrevista a alguém do sexo feminino na casa dos vinte e muito, trinta e pouco.  Não sei quem era porque não estava a ver nem ouvir e só olhei depois de ouvir a seguinte conversa entre elas:

Beatriz: Quem é sinhora?
Inês: Não sei. Não é uma senhora, é uma adolescente. 
Beatriz: Quem é sinhora, Nini?
Inês: Não é uma senhora, já te disse. É uma adolescente. Senhora é a mãe!

Fácil, ecológico e quentinho!

Na minha luta contra o frio, decidi tentar fazer os sacos de sementes de aquecimento. Fiz um pequenino à experiência, com arroz e sementes de linhaça. O sucesso foi tal, que acabei por fazer mais dois. A estes acrescentei flor de alfazema seca. 

A Beatriz foi logo a primeira adepta, andou com o saquinho atrás dela todo o dia. De vez em quando pedia: põe quentinho. A irmã quando viu exigiu logo um para ela. O pai também ficou rendido e até levou  um para a cama com ele! É mesmo um conforto. 

O tamanho que fiz (apenas para experimentar) cabe na palma da mão mas até é bom para levar no bolso (para aquecer as mãos) para colocar ao colo (no sofá, a conduzir). A intenção é agora fazer uns maiores, talvez o dobro do tamanho destes, principalmente para aquecer a cama ou para questões terapêuticas como dores lombares, por exemplo.


As sementes mais usadas costumam ser as de trigo. Já descobri onde comprar e os próximos serão com a mistura de sementes de trigo e flor de alfazema. 

Como funciona? Basta aquecer uns minutos no mico-ondas e já está! Estes pequeninos apenas precisam de 1 minuto e temos um saco quentinho durante bastante tempo, cerca de 30/40 minutos. Imagino que, quanto maior o tamanho do saco, maior a durabilidade de aquecimento.

Uma alternativa fácil, bonita, ecológica e barata às tradicionais botijas de água.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Hoje estive uma horinha entretida

Amanhã conto tudo.


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Swimming report


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Correu muito melhor.
Demos um salto a casa antes de ir para a natação. Vestiu o fato de banho e o fato de treino para trazer de volta. Levou gorro e casaco com carapuço. Não tomou lá banho e concluímos a tarefa no balneário muito mais depressa e sem perder a Beatriz de vista (ainda assim a peste menor conseguiu enfiar a touca da irmã e ficar com o cabelo molhado e atirar os óculos novos dela para o chão, que por um triz não calcei, para colocar os da piscina).
Continua a ser difícil entreter a mais nova, durante 40 minutos, num local pequeno, sem nada à volta e com pouco lugares sentados (e hoje, incrivelmente cheio de gente). E àquela hora já é de noite e está um frio de rachar, nem uma volta a pé dá para dar.
Cenas da vida real...

segunda-feira


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Dourada ao jantar

terça-feira, 6 de novembro de 2012

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A mania que esta menina tem de se esconder, tira-me do sério.
Agora lembrou-se que os roupeiros são um bom esconderijo.
Estou tramada.

Coincidências

Precisamos de um sapateiro. O mais próximo está fechado há mais de uma semana (talvez esteja doente) e ir ao shopping não é opção depois da última experiência (quase pagava mais de capas do que de sapatos). Vamos em busca de algum nas redondezas. Paramos para pedir informação a uma senhora. 

- Por acaso conhece algum sapateiro aqui perto? (Não sem antes cumprimentar com um boa tarde, posso fazer-lhe uma perguntinha?).
- O meu marido era sapateiro. Faleceu. Mas eu continuo a ficar com o calçado dos clientes dele e levo ao sapateiro a quem vendi as máquinas do meu marido. Quer que lhe fique com o calçado?

Então, eu parei para pedir uma informação e acabei por entregar um saco de calçado pela janela do carro, a uma desconhecida, a apontar a morada dela (nessa mesma rua um pouco mais à frente do local onde conversávamos) e a combinar ir lá buscá-lo daqui a uns dias.

E esta hein?

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Já estou com fome

Engordei 3kg. Não gostei.

Não sei desde quando porque nunca me peso. Pode ter sido esta última semana, mês, trimestre...

Fosse eu menina de dietas e começava já uma. Mas não sou. Não sou mesmo. Nunca fiz uma.

Mas vou tentar não ser tão gulosa. Nem são os doces. Mas o pão. E o arroz. E as batatinhas assadas tão boas. Tudo junto, claro! No meu prato costuma haver mais acompanhamento do que carne ou peixe.

E as quantidades? Eu podia comer menos, mas não era a mesma coisa, fico com fome! Pois, eu sei, devia comer mais vezes, pequenas quantidades. 

Vou ver se consigo. Duvido. Acho que tenho que ir fazer umas caminhadas.

domingo, 4 de novembro de 2012

Não há festa

... mas há farturas!

Enquanto a mais nova dormia na sua cadeira no banco de trás e esperávamos que a mais velha saísse da catequese, os pais -gulosos- empanturraram-se de farturas.


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Fez-me lembrar este inconfessável da Maria de Lurdes :)

sábado, 3 de novembro de 2012

(Quase um ) Momento fashion

Comprei umas skinny, tão skinny, que não posso engordar 10g sem correr o risco de não me servirem.

Mas para usar com botas é mesmo o melhor, não é?. É tão chato ter que andar (com as calças normais) sempre a empurrar o pano que sobra lá para dentro.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Uma simples ida à natação

Chegamos. Preciso de conversar com a senhora da recepção. 
Beatriz: Quero colo!
Eu: Já vai.
Vou a meio da primeira frase.
Beatriz: QUERO COLO! 
Tenho que pegar nela para evitar um escândalo.
Entramos no balneário. 40 graus à sombra! Não se aguenta.
Eu: Inês despe-te. Beatriz, não fujas!
Inês faz tudo menos despir-se. Beatriz faz tudo menos estar quieta.
Finalmente Inês equipada e Beatriz ainda debaixo de olho. Pego na mais nova ao colo (para não escorregar no molhado) e levo a mais velha até à entrada para a piscina. 
Beatriz: Chão!
Eu: Não, está molhado.
Beatriz: A Nini 'tá no chão.
Eu: A Nini está de chinelos e vai para a piscina.
Beatriz: TAMBÉM QUERO CHINELOS!
Eu bufo! Continuamos à espera da monitora.
Beatriz: Chão!
Eu: Não!
Beatriz: CHÃO!
Eu: Não!
Finalmente chega a monitora. Mais velha entregue por 40 minutos. Missão: entreter a mais nova durante esse tempo.
Vamos até ao bar da piscina. Lanchamos. Levanta-se uma dúzia de vezes, circula pelo bar mas já nem quero saber. Estou por tudo. Fala alto. Mando falar mais baixo vezes sem conta. Respiro fundo quando olho para o relógio e já passaram 35 minutos. Voltamos ao balneário.
Preparo a roupa, pego na toalha e no champô. Espero que a mais velha saia da piscina (novamente com a mais nova ao colo).
A Inês aparece. Esperamos por vaga no chuveiro. A Beatriz não pára quieta e espreita todos os chuveiros.
Há vaga. Dou instruções à Beatriz para se manter atrás de mim enquanto ajudo a Inês a ensaboar-se e esfregar o cabelo. Olho para trás, nada de Beatriz. Atiro com o champô para o chão e desato a correr pelo balneário. Não a vejo à primeira nem à segunda, começa a crescer aquele pânico. Ninguém reage. Nenhum adulto ou criança me ajuda, me diz onde ela está ou mostra qualquer preocupação (juro que não entendo!). Finalmente vejo-a encostada a uma parede, já ao fundo do balneário, a observar uns miúdos. Pego-lhe pelo braço. Volto a repetir que não pode sair da minha beira. Bla bla bla.
Volto ao chuveiro. Passo a toalha à Inês. Voltamos para vestir. Ela parece uma ventoínha, olha em todas as direcções, foca-se em tudo menos no processo de vestir e calçar.
Eu bufo! EU VISTO-TE!
Passamos à secagem do cabelo. Naqueles secadores maravilha que nada secam e o cabelo da Inês não é fino nem curto. Nisto a Beatriz volta a fugir. Corro atrás dela e já não a vejo. Grito o nome dela. Não responde. Espreito para todo o lado e nada de Beatriz. Volta a apoderar-se de mim aquela sensação horrível de pânico. 
De repente ouço-a rir-se e uma porta de um cacifo abre-se. Sai de lá triunfante e sorridente. 
Quase desfaleci.
Ainda tive que lutar para lhes vestir os casacos e fazer entrar no carro.
E em casa, já perto das 20h ainda me esperava o jantar por fazer. E o banho da Beatriz.
Quando eu me vir na cama...

Vai ser assim duas vezes por semana. Será que sobrevivo?

UCam

De vez em quando lá vou eu pesquisar uma app nova para o telemóvel. Acho-lhes piada. O que hei-de fazer ?! As minhas preferidas são as relacionadas com imagem (surpreendidos, não?). A última que encontrei e achei o máximo é a UCam. Muito fixe!

 Até faz gif's como este:


Ou umas colagens instantâneas:


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Entre outras coisas. Ainda estou a explorar.
Podem ver mais e instalar aqui
(para Android, não sei se existe versão Iphone)

Ideia gira #12

Acho que deve ficar mais giro com a moldura na horizontal e as impressões digitais seguidas.
Sugestão de presente de natal para a cara-metade!

Pinterest

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Deu-me para isto


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Toca a etiquetar tudo, para mais tarde recordar.
Não guardo tudo mas há coisas que merecem mesmo ser guardadas e devidamente catalogadas.
Acho que um dia elas vão gostar de receber a sua caixa (por este andar será mais um baú) de recordações.