quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia dos namorados

Não é habitual festejarmos este dia, pelo menos nos últimos anos. Longe vão os dias dos namorados em que batíamos à porta de todos os restaurantes das redondezas na esperança de uma mesa à nossa espera. 
Este ano, talvez por saber que o marido não ia cá estar neste dia, até me apetecia assinalar a data. 
Esta manhã, ele saiu, mas deixou um rasto doce, aos corações.


Ao almoço viu-se diante um menu temático cheio de nomes pomposos e apaixonados. Fotografou para eu ver.
Agora ao jantar, liga-me e comenta a dificuldade em arranjar um restaurante. Tudo cheio.
Em nossa homenagem (e para as miúdas que acharam um piadão e comeram a cenoura toda) também fiz um jantar temático :)


Feliz dia dos namorados!

Perguntei à Inês se queria levar um destes chocolates para oferecer ao namorado. Ela adorou a ideia e foi toda feliz para a escola. Quando a fui buscar disse-me que tinha uma novidade triste.

- O Tiago não quis o coração de chocolate.
- Então, porquê?
- Não sei. Disse que não queria. Até lhe perguntei se estava doente e não podia comer chocolate, mas ele só disse "não me apetece".
- Ohh!
- Fiquei triste. 
- Olha, não ligues. Se calhar nem sabe que dia é hoje. Os homens são mesmo uns totós.
- Pois...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Amanhã já há escola

Por isso hoje, e com os trabalhos para casa já todos feitos, decidi que o dia era por conta delas.

Saímos de casa sem pressas para tomar café (eu) e comer bolachinhas (elas). Seguimos para o parque e por lá brincaram um bom bocado.

Hora de almoço: “Podemos ir ao McDonald‘s, podemos?“. E lá fomos.

Fizemos os percursos de carro sempre com o cd das canções da maria a tocar e as três a cantar bem alto.

Passámos no supermercado no regresso a casa e... correu bem! A mais nova assumiu a condução do cesto das compras, ajudou a colocar a fruta e legumes no saco e não houve birras nem fugiu disparada para o carrinho do noddy. No fim até iam ter direito a uma voltinha com moeda mas estava avariado.

Em casa, a mais nova foi fazer a sesta e a mais velha pediu para o jogar no pc (eu aproveitei e trabalhei um bocadinho). Entretanto sentimos a terra tremer. Eu, totó me confesso, pensei que tivesse sido uma rajada de vento muito forte. Estranhei, parei o que estava a fazer, mas foi muito rápido. Só uns minutos mais tarde percebi que tinha sido um sismo.

O fim de tarde foi calmo. Só discutiram uma meia dúzia de vezes e não as largas dezenas habituais. O pai chegou, contaram-lhe as novidades todas e brincaram com ele.

Agora dormem. Foi um bom dia.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

10/10 Fevereiro

Projecto 10 on 10 de Fevereiro
"10 fotos divertidas"











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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Carnaval 2013


Com a Senhora Doutora e a Pipi das meias altas!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bom dia!

Tenho estado sem vontade de por aqui passar. Por nada de especial.

Tivemos um fim de semana cheio e divertido. Um Domingo quentinho e que bem soube recarregar energia e vitamina D. Já estamos perto do próximo, espero que também seja luminoso.

Em preparativos para o Carnaval. Nada de compras, não gastei dinheiro.Vão usar o que há cá por casa. Acho que não vão fazer má figura. Claro que a Inês queria ir de princesa. Estou tão farta de princesas, mas já se sabe que ela é que escolhe, senão não faz sentido. Mas acho que a consegui convencer a usar uma outra fantasia, amanhã veremos.

Tive uma noite daquelas bem animadas, infelizmente, no mau sentido. Deitei-me tarde, quase às 2h. Acorda uma às 3h e vem ter comigo (o pai está fora), acorda a outra às 4h e vem ter comigo. Começam a discutir (até de noite): põe a perna para lá, tira o braço, chega para lá,... passo-me e ponho a mais velha na cama dela. Às 5h a mais nova pede o biberão mas nem assim adormece logo. Às 5h30 mando-lhe um berro. Acalmou e adormecemos. 

Comecei a treinar a agulha e fiz umas experiências em crochet. Já fiz há muitos anos e gostava. Ainda gosto. Vou tentar um projecto grande: uma manta em granny squares. Ontem fiz os dois primeiros.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Baixou o canalizador que há em mim

De vez em quando dá-me para isto. Arregaço as mangas e atiro-me de cabeça.

Há umas semanas foi a pia da cozinha. Entupida dias a fio, a água corria a muito custo. Mandei com gel desentupidor pelo cano abaixo mas passados uns dias estava igual. Então lá encarnei o canalizador. Toca a tirar os tubos, lavar aquela cena toda, tirar todo o lixo acumulado (nem vou falar muito nesta parte, quem já fez isto ou viu fazer, sabe porquê) e lá consegui resolver o problema. Mas eis que me deparo com outro. Ficou desentupido mas a verter água. Pois, as borrachas gastas, algumas se calhar foram juntas com o lixo. Pedi reforços (chamei o meu pai) e foi resolvido.

Agora era o lavatório da casa de banho que andava entupido há vários dias. Uma seca. Não me apetecia nada estar com estas coisas mas teve mesmo de ser. Tira tudo do armário. Tira o cano, e cabelos, e cabelos, e cabelos... a Inês entra nesse momento: Mãe, isso é a coisa mais nojenta que já vi! Ah, pois era. Horrível. Mas agora funciona que é uma beleza. E sem fugas nem nada. Impéc. 

Acho que vou começar a fazer uns biscates na área :)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Ideia gira #16

Ando com saudades de fazer crochet.
Acho que me vou aventurar num destes projectos.




Imagens do Pinterest

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Dramas aos 7 anos

A minha filha está triste porque não foi eleita delegada de turma.
Ficou em 2.º lugar na votação.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Batata e pipoca

Isto quase parece um nome de um conjunto musical, dupla de palhaços ou alguma coisa desse tipo. Mas não, foi o que as minhas filhas comeram este fim de semana.

Uma festa de aniversário no sábado (do amigo Pedro), muitos doces, muitos salgados mas a Inês basicamente comeu batatas fritas e a Beatriz entupiu-se de pipocas.

Domingo mais um aniversário (da tia Joana), mais doces e muita coisa boa. A Inês lá variou qualquer coisa, a Beatriz voltou a entupir-se de pipocas.

Esta semana, minhas ricas filhas, espera-vos muita sopa, saladas, frutinha e comidinha da boa.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Eu só queria estar sozinha

Ontem tive um dia para esquecer. O pai para fora, eu doente, com febre, dores de garganta, arrepios, corpo todo dorido. Ter de tratar delas, fazer jantar, ajudar nos tpc, aturar discussões e birras, deita-las (e a mais nova fez questão de massacrar e demorar mais de uma hora), quando só me apetecia chá e cama.

Que uma mãe não pode estar doente já todos sabemos mas, passar por isso, é dose.

Hoje, felizmente, acordei melhor, andei com mais energia e fui fazendo o que ontem deixei por fazer. Mas ao final da tarde os arrepios, as dores no corpo e a febre, voltaram.

Mas o marido chegou e foi adiantar o jantar e eu pensei em sentar-me na cama com uma manta, discretamente para elas não darem por isso, a ver se descansava um pouco e arrebitava.

Pois sim, nem 5 minutos. Já estiveram aqui aos saltos na cama. A mais nova já me caiu em cima. Já deram gargalhadas, já gritaram, já cantaram, já discutiram, já choraram... e eu que só queria estar um bocadinho sozinha. Tão simples e tão impossível.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ontem fiz 36

Os dias de aniversário já não são o que eram mas ainda assim correu bem.

Apesar do dia chuvoso e frio, da Beatriz ter estado muito mais chata do que o habitual, de nem a sesta ter dormido e de me aparecer uma dor de garganta como não me lembro de alguma vez ter tido. Ainda assim não foi mau. Pode sempre ser pior, não é?

Fiz um bolo hiper calórico mas que ficou muito bom, recebi uns presentes catitas, o meu mini pc foi reparado (tinha o ecrã partido há muito tempo, comprei um novo na amazon e ontem pai e cunhado fizeram a substituição) e recebi muitas mensagens e telefonemas.

Será a idade em que ganho coragem para usar um batom vermelho? :)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A zona cinzenta

Nem tudo é preto ou branco.
Nem tudo é sim ou não.
Nem tudo é mau ou bom.

Há pais cegos. Há pais que desculpabilizam os filhos de tudo. Há pais que se demitem de educar, ou porque delegam essa função ou porque simplesmente não o conseguem fazer (embora achem que o fazem).

Há pais que tentam. Uns conseguem, outros não. Quer por natureza dos próprios pais ou dos filhos, quer por influências externas (terceiros que influenciam, desautorizam os pais).

Há os que pouco precisam de se esforçar. Acredito que sejam uma minoria. Aqueles a quem sai na rifa filhos atinados, certinhos, bem comportados por natureza. Há crianças assim.

Isto tudo porquê? Por causa de um texto que circula por aí. Podem ler aqui.

Sobre a questão da hiperactividade nada sei. Não conheço nenhum caso e nunca ouvi essa desculpa da boca de nenhum pai. Não conheço quem medique os filhos para esse efeito.

Sobre o incómodo das birras das crianças, sobre o mau comportamento em público, sobre isso posso falar. Infelizmente, tenho passado por isso mais do que gostaria. Mais do que alguma vez passei com a mais velha. A Beatriz faz muitas birras. Mesmo birras, daquelas feias, daquelas que envergonham, com choro, gritos, bater os pés no chão, atirar-se para o chão, tudo de mais horrível que possam imaginar. A minha atitude perante uma birra dessas varia muito, do motivo da birra e do local. Às vezes ignoro (dizem ser a melhor solução), geralmente quando é num espaço público mas ao ar livre ou num local com pouca gente. Num supermercado, num espaço fechado, num local com muita gente, tento minimizar a coisa. Tento distraí-la, desviar a atenção do motivo da birra, em último caso (acontece muito), agarro nela (tipo encomenda debaixo do braço já que ela parece um polvo ou uma cobra a tentar esgueirar-se) e saio dali para fora. Se a birra é a tentativa de fazer algo que a coloque em perigo, tipo não querer dar a mão para atravessar a rua, fugir de mim, esconder-se, aí leva uma palmada. É certo que não é agradável passar por isto e também não é agradável assistir. A minha postura perante uma birra alheia é de compreensão e compaixão pelos pais. Mas já senti muitos olhares reprovadores e críticos de vários espectadores desses tristes episódios. Juro que não compreendo porquê, visto estarmos a falar de uma criança de 2 anos, e juro que não sei mais o que fazer.

Este senhor do texto tem razão, há muita criança mal educada fruto de pais permissivos. Mas não se pode generalizar. Mas uma criança falar alto num café ou restaurante, uma criança empolgar-se numa brincadeira e rir de forma mais entusiasmada, isto é apenas ser criança. Exigir um comportamento adulto a uma criança não faz sentido. As crianças têm o mesmo direito de estar no mundo que os adultos, ok? As crianças podem acompanhar os pais para (quase) todo o lado. Acho que só assim aprendem como comportar-se em diferentes ambientes.

Uma criança tentar passar os limites, é normal. Uma criança fazer birras, (Infelizmente) é normal (dependendo da idade, claro, uma criança mais velha fazer uma birra em público já não me parece nada normal). É saudável até, está a aprender a lidar com as frustrações. São comportamentos normais das crianças. Mas atenção, os pais assistirem sem reacção, não é normal. Verem os filhos a incomodar os outros e nada fazer, não é normal. Verem os filhos mexerem no que não devem, ir para onde não é suposto, serem mal educados com alguém e nada fazerem, não é normal. Os pais permitirem tudo para não se chatearem (embora todos nós tenhamos um mau dia, aquele em que até fingimos que não vemos porque não temos forças para o que se segue - mas como excepção não regra), não é nada normal. A criança estica a corda, os pai intervêm (ralham, castigam) é o mesmo que dizer, a criança erra, os pais explicam o erro, ensinam, ajudam a distinguir entre o certo e o errado. Se os pais nada fazem a mensagem que passa é: comportamento aceitável, podes continuar...

Esta é só a minha opinião, vale o que vale. A educação de uma criança tem tanto de importante como de complexo. Mas não é preto no branco. Não há certo e errado na maior parte dos casos. Há situações especificas, com pessoas únicas e em momentos diferentes. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

domingo, 20 de janeiro de 2013

É sempre assim, não?

Melhora uma, adoece a outra.
Para já só febre, veremos o que vem lá.

Mas tantos dias sem sair de casa já começam a pesar. Chateiam-se (ainda mais) por tudo e por nada, eu saturada e com pouca paciência para elas (para tudo, verdade seja dita), casa desarrumada, acumula-se o trabalho. As noites mal dormidas trazem o mau humor. Só coisas boas, portanto.

Esperemos que o mau tempo se vá e as viroses também, precisamos de sol!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Lá fora

Chove, está vento e frio.

Cá dentro, está-se bem. Dei por mim longe, em pensamento e páginas web, por praias, hotéis  piscinas, enfim, tudo aquilo que não posso ter agora. Mas sonhar não custa. Soube bem mas já acordei.

Ainda é cedo para fazer planos para o verão?!


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pura gula


Café com natas

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Primeira falta

Hoje a minha menina crescida acordou chorosa, com dores de garganta e cabeça e uma ponta de febre. Pela primeira vez pediu para não ir para a escola. E não foi. Não estava mesmo em condições.


De manhã ainda brincou com a irmã mas sem grande energia. Acabou por se deitar. De tarde tentou brincar, pediu-me para estar com ela e tentámos fazer um gato (kit de costura que recebeu no Natal), mas acabou por ceder ao cansaço e adormeceu. Só mesmo estando doente.

Agora, no 1.º ano, custa (lhe) faltar. Fica a sensação de estar a perder terreno, poderá sentir-se depois atrasada em relação aos colegas mas estou certa de que rapidamente recuperará. 


Almoço em 10 minutos

Quando almoço sozinha faço quase sempre ovos. Há sempre um bocadinho de arroz que sobrou no frigorífico ou pão para acompanhar. Ora são mexidos, ora estrelados, em omelete. Só não gosto muito de cozidos.

Ontem almocei sozinha mas não tinha restos nem pão. A Beatriz comeu uma sopa reforçada e fruta e foi fazer a sesta já bem tarde. Decidi primeiro adormecê-la e depois almoçar. Estava faminta.

Lembrei-me de outra refeição ultra rápida (que geralmente faço quando estou sozinha com a Inês porque ela adora): cogumelos estufados com esparguete.

Refoguei os cogumelos (uma lata pequena) em cebola, temperei com sal e alho, juntei esparguete. Fiz um salada de tomate. Dez minutos depois estava sentada a comer.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Chuac!

Como é que alguém (eu), que nunca usa batom (excepto o do cieiro e de um gloss de vez em quando), anda cheia de vontade de comprar um? E logo um vermelho ou então um tom nude. Faz sentido, não faz? Até são parecidos. 

Deve ser por não poder usar nenhum. Pelo menos para já. Descobri que tenho herpes labial (Oh God!) e ando a ressacar de batom e de beijinhos. 

Só agora me apercebo como sou uma beijoqueira. Agora que sinto o impulso mas não os posso dar. Então às miúdas, devo dar-lhes umas boas dezenas de beijos por dia. 

Em contrapartida tenho recebido muitos mais. Já que não os posso dar "obrigo-as" a dar-mos!

- Titi, dá um beijinho à mamã. A mamã tem o doi-doi e não te pode dar.
- Calma, mamã. Vai paxar, tá bem? Calma. A Titi dá beixinho.

- Nini, dá beijo à mãe para ires para a cama.
- Mamã, dou-te muitooooos!


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Isto até parece mentira

Mas infelizmente não é.

Qual a probabilidade de isto acontecer?

Fizeram, as duas, xixi na cama esta noite.

Eu mereço?!