Ingredientes:
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Pizza ultra rápida
Ingredientes:
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Que susto, pá!
Quando estou quase a terminar, ouço a mais a nova chamar, o som é abafado: "Mamã, anda cá. Não consigo sair".
Estava no escritório. A porta não abre. Pergunto-lhe o que se passa. "Fechei a porta à chave". Ó Céus! "Tenta rodar a chave, Beatriz", "Não consigo" , a choramingar. Noto-a a ficar nervosa e a afastar-se da porta. A irmã entra em modo histerismo, fala mais alto que eu, uma grande confusão, ninguém se ouve. Tive de acalmar a mais velha e não a deixar falar. Experimentei outras chaves. Nada. Estudei a possibilidade de sair sem ser pela porta. Impossível. Comecei a ficar sem opções. Deitar abaixo a porta (tipo à filme) fora de hipóteses, nunca teria força para isso. A miúda sempre a pedir para abrir a porta. A choramingar. O medo a crescer.
Dou um estalo mental a mim mesma. Não pode ser, calma lá. Isto resolve-se. A única solução é ser ela abrir a porta.
"Beatriz, chega aqui perto da porta. Tem calma. Vamos abrir a porta as duas. Está bem?"
"Não consigo"
"Consegues! Roda lá a chave como fizeste para fechar"
"Eu não sei. Para que lado é?"
"Faz para qualquer lado e vamos ver"
Roda a chave e nada. "Não consigo. Eu não sei" E chora.
"Tenta outra vez, tens de fazer força. Tem calma e tenta. Vais ver que dá"
Volta a tentar e ouve-se um clique. Puxo a maçaneta. Nada. Foi no sentido contrário. "Boa, filha! Tens de fazer o mesmo mas roda a chave para o outro lado. Faz força para rodar"
Ela roda e roda. E chora nos entretantos, diz que não consegue e afasta-se da porta. Chamo-a e tenho de a acalmar, via fechadura, várias vezes. "Espreita aqui, vês a mãe? Não vou sair daqui. Vamos lá tentar!"
Mais umas quantas tentativas... abriu!
Ufa! A porta abre e ela atira-se para o meu colo. Coração a miil e olhos vermelhos. Super assustada. A irmã ou se ri histérica ou faz uma cara de pesar, Ó Bia!
Foi uma lição para todos! A Inês tirou todas as chaves das portas (já poucas tinham, só as que nunca se fecham mesmo, como a do escritório em que a porta está sempre aberta). A Beatriz prometeu nunca mais brincar com chaves, Eu, depois de as pernas pararem de tremer, pensei que ainda acabamos por ter sorte. A Inês já fazia filmes de chamar bombeiros e polícia!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Ao terceiro dia
Discurso de final de dia:
Amanhã não vou para a escola.
Não quero ir para a escola.
Nunca mais quero ir para a minha escola.
Eu não quero ir. Já disse!
Eu não vou porque eu choro.
Está bonito, está.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
E ao segundo dia...
Eu sei, é normal.
Eu sei, vai passar.
Eu sei, ela depois fica bem.
Mas custa para o caraças!
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Para mais tarde recordar
Foi simples, inesperado e uma ternura.
The very first day
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
De volta à escola!
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Projecto 10/10 Setembro
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Este fim de semana andámos de comboio
domingo, 8 de setembro de 2013
Não há que enganar
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Bandeira vermelha
Quando a bandeira está vermelha, não te atrapalhes.
O "mergulho" não pode faltar. Nem que seja de balde!
O lema das miúdas é estarem sempre de molho.
Sejam ondas, de balde, chuveiro da praia, piscina, banheira...
Só ficou a faltar o banho de mangueira. Venha um dia quente a valer e ainda tratamos disso!
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Setembro
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
As férias fazem-lhes mal
O que é bom também pode estragar.
As regras, os horários, as refeições os limites, tem estado tudo um pouco de pernas para o ar.
A recusa da sesta é o que mais custa. Chega ao final de dia birrenta e com um humor de fugir.
Hoje insisti, que é como quem diz ameacei que só havia passeio se descansasse um bocadinho. Acedeu, mas avisou logo: “só descansar, não vou fechar os olhos!“.
Os tpc de férias da mais velha também andavam ao sabor do vento e da vontade, que é praticamente nula. Decidi fazer um plano diário, um ficha por dia não custa nada, e agora tem corrido melhor. Falta ajustar o plano de leitura, já começou a ler dois livros mas ainda não acabou nenhum.
A quebra de rotina até faz bem. O relaxar das horas e obrigações também. Mas acaba por tornar os dias mais longos e cansativos.

