Uns dias pouco dados a festividades...
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Sei quem foi mas não digo
Ó mãe, sabes o que os Reis Magros levaram de presente para o menino Jesus?
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
❅
5/31
Uma ida relâmpago ao shopping, precisamos de gorros de Pai Natal.
6/31
Primeira sessão de Natal
7/31
Um brinde natalício!
8/31
Segunda tentativa de sessão fotográfica de Natal
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Who are you?
The Tourist - This is your standard strap around the neck, head out to see the city, and I brought my camera to photograph some cool stuff...even though it doesn't look very cool. It gets the job done
The Jazz Hands - Seen mostly with point and shoot cameras. For those who want to make absolutely sure their fingers will not be in the photos.
The Peek-a-boo - Some photographers close one eye when they are taking their photos...others like to keep both open to make sure they aren't missing any of the action. Not really necessary if you are taking photos of inanimate objects.
The Thrill Ride - Very unorthodox and dangerous. But some folks (while bored) will give the camera a spin. Only recommended if you super glued your straps to your camera. Also known as The Swinger.
The Safe-Shot - Some photographers out there will only take their photos on a tripod. Certainly the safest way to go...unless you trip on the tripod and the camera comes crashing to the ground. But I prefer to be a glass is half full kind of person.
The Rock Concert - The act of trying to take a photo of the band over that 6'9" guy in front of you. Also seen at sporting events and weddings. It is a hit and miss photo technique, but when you nail it...you feel like the rockstar.
The Hipster - The opposite from the Rock Concert. You are trying to be stealthy, daring, or ironic (see hipster def.) by shooting from the hip. Great way to catch kids off guard, plus you are shooting on a different level. Higher degree of difficulty but you look cool and casual doing it.
The Risk Taker - No Strap on the camera can be quite a liberating feeling. These are the first people to ride their bikes with no hands too...there has to be a study somewhere to back that up.
The Okey-Dokey - Easily spotted because of the overhand grab of the lens to focus or zoom. Also looks like they are giving you the "OK" sign. Makes me want to give them a thumbs up right back at 'em.
and finally...
The Capison - When you try to take a photo and you can't figure out why the screen is pitch black...then after about 10 seconds you realize you left the cap on the lens of the camera. It has happened to everyone...just more to some than others.
Tocofi.com
4/31 Finalmente!
Ontem tive de me render e ir buscar a árvore de Natal.
Já há pinheirinhos por todo o lado e elas ainda não tinham o delas. A criançada já andava a desesperar.
As luzes já brilham, as bolas já estão penduradas e os bonecos de Natal estão a postos para o grande dia.
Já há pinheirinhos por todo o lado e elas ainda não tinham o delas. A criançada já andava a desesperar.
As luzes já brilham, as bolas já estão penduradas e os bonecos de Natal estão a postos para o grande dia.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
3/31 A ver se este ano despacho isto rápido
Todos os anos penso o mesmo. Mas, todos os anos deixo presentes por comprar até aos últimos dias.
Este ano espero conseguir. Que comecem as compras....
Este ano espero conseguir. Que comecem as compras....
Tudo se transforma
Há algum tempo, simplesmente teria deitado o casaco fora. Quando a Inês chega a casa com ele neste estado pensei: lá foi mais um (já não é a primeira vez), mas decidi que não estamos em época de deitar nada fora e que havia de arranjar solução.
Ficou com um casaco novo, com um novo ar, devidamente cosido mas estrategicamente escondido.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013
2/31

Cartas para o Pai Natal já enviadas.
Esperemos que cheguem a tempo e que algum dos pedidos seja atentido.
A Beatriz este ano já tem outra percepção do Natal. Anda muito contente com todas estas novidades da quadra natalícia e já pergunta todos os dias se falta muito para o Pai Natal chegar.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
1/31*

O primeiro chocolate do caléndário do advento.
A excitação era muita e, finalmente, chegou o dia de começar a abrir as janelinhas de chocolate.
Um por dia, depois do jantar, foi o que combinámos.
A excitação era muita e, finalmente, chegou o dia de começar a abrir as janelinhas de chocolate.
Um por dia, depois do jantar, foi o que combinámos.
*31 fotos com inspiração natalícia
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Eu seria bem mais feliz se a minha filha não tivesse TPC
E ela também.
E não seriam tão desgastantes os finais de dia.
E não passaríamos as poucas horas que estamos juntas durante a semana, chateadas uma com a outra.
Ela chega cansada e com zero de vontade de se sentar a fazer os trabalhos. Tira casaco e sapatos, faz um segundo lanche, vai à casa de banho, brinca com a irmã, tudo menos sentar-se e despachar os ditos. Eu começo a lembrar de 5 em 5 minutos: "Inês, vai fazer os tpc's!" ela responde sempre o mesmo "Já vou!".
O tempo vai passando. Lá começa a fazer. Interrompe uma dezena de vezes. Tem sempre dúvidas (na verdade tem é preguiça e quer que a ajude para acelerar a coisa). A mais nova não ajuda. Chama por ela, mete-se com ela, mexe nas coisas dela, discutem. Quando estou a explicar-lhe qualquer coisa (esta semana com a subtracção - usando o algoritmo, sendo matéria nova, tem precisado de alguma ajuda) a Beatriz está constantemente a chamar por mim, ou quer dizer qualquer coisa, ou quer água, ou quer ir à casa de banho...
Chega a hora do banho e os tpc ainda não terminaram. Preciso de fazer o jantar e ainda nem tomaram banho... porque os tpc ainda não terminaram. Começo a passar-me a perguntar de 5 em 5 minutos "Ainda falta muito?" e a resposta é sempre a mesma "Está quase!". Passados 15 ou 20 minutos a resposta continua a mesma "Está quase!". A paciência esgota-se. Ralho com ela, que é sempre a mesma coisa, que não se despacha, que só brinca e nunca mais acaba. Ela chora, diz que não a ajudo. E andamos nisto. Ela quer ajuda (que não precisa), a mais pequena não me deixa estar junto da irmã sem exigir atenção, os banhos por tomar, o jantar por fazer. Lá tento distrair a Beatriz e conseguir ajudar no que falta. Mas depois lá estou eu a explicar-lhe e ela a olhar para o tecto, ou para o que a irmã está a fazer, ou para o mosquito que passa! Ameaço arrumar-lhe os livros e ir com os tpc por fazer. Ela chora e diz que não pode ser.
Termina sempre os tpc depois de muita luta. Quase não brinca. Todos os dias desgastamos mais um bocadinho da nossa relação.
Eu sei que parte é culpa dela, do seu feitio. Todos os dias lhe peço para se concentrar e fazer tudo seguido sem se distrair para ter tempo de brincar. Há dias em que ela consegue mas na maior parte deles já vem cansada de mais para isso.
Também sei que a culpa é minha. Devia ser menos permissiva e arrumar-lhe mesmo os livros ao fim de algum tempo. Já o fiz. Mas sei que para ela isso é o fim do mundo e vai chorar até se deitar.
Os tpc serão assim tão importantes? O professor acha que sim. Eu tenho as minhas dúvidas...
Eu sabia que este dia chegaria...
Hoje dormi 6 horas e 40 minutos seguidas, sem qualquer interrupção.
Ainda nem estou em mim!
Ainda nem estou em mim!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Aleluia!

Finalmente terminei a manta/colcha em granny squares!
Depois de vários meses sem lhe dar avanço, o frio chegou e a motivação de a terminar também.
Não ficou exactamente como idealizei. Acho que, se um dia fizer outra, uso mais cores e quadrados maiores. Mas, ainda assim, fiquei feliz por conseguir concretizar este projecto. Estão ali muitas horas de serão, muitas horas roubadas ao sono.
A Beatriz finge tirar fotografias... com a máquina de calcular.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Pizza ultra rápida
Para um jantar ou lanche inesperado faz a diferença ter uma receita de massa de pizza, boa e rápida. Esta dizem ser do famoso Jamie Olivier. A vantagem desta massa é não precisar de levedar e por isso poder usar-se imediatamente. Deve ser bem amassada e esticada para uma massa fina e estaladiça.
Ingredientes:
250 g de farinha de trigo fina
125 ml de água morna
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de sal grosso
1 fio de azeite
Preparação:
Numa taça grande coloque a farinha e o fermento e misture bem.
Faça um buraco no meio e coloque a água morna e, com a ajuda de um garfo, dissolva o sal.
Junte o azeite e com o garfo vá misturando tudo até a massa começar a descolar da taça; se necessário coloque mais farinha.
Quando a massa estiver a descolar, polvilhe a bancada com farinha e despeje a massa.
Amasse bem com as mãos, polvilhando com farinha, até que fique macia, elástica e não cole às mãos.
Faça uma bola e estique a massa em forma circular.
Recheie a gosto e leve a forno pré-aquecido nos 180ºC até ficar douradinha.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Que susto, pá!
Contextualizando: fim de dia, pai fora, a acabar de arrumar a cozinha, com pressa para as ir deitar.
Quando estou quase a terminar, ouço a mais a nova chamar, o som é abafado: "Mamã, anda cá. Não consigo sair".
Estava no escritório. A porta não abre. Pergunto-lhe o que se passa. "Fechei a porta à chave". Ó Céus! "Tenta rodar a chave, Beatriz", "Não consigo" , a choramingar. Noto-a a ficar nervosa e a afastar-se da porta. A irmã entra em modo histerismo, fala mais alto que eu, uma grande confusão, ninguém se ouve. Tive de acalmar a mais velha e não a deixar falar. Experimentei outras chaves. Nada. Estudei a possibilidade de sair sem ser pela porta. Impossível. Comecei a ficar sem opções. Deitar abaixo a porta (tipo à filme) fora de hipóteses, nunca teria força para isso. A miúda sempre a pedir para abrir a porta. A choramingar. O medo a crescer.
Dou um estalo mental a mim mesma. Não pode ser, calma lá. Isto resolve-se. A única solução é ser ela abrir a porta.
"Beatriz, chega aqui perto da porta. Tem calma. Vamos abrir a porta as duas. Está bem?"
"Não consigo"
"Consegues! Roda lá a chave como fizeste para fechar"
"Eu não sei. Para que lado é?"
"Faz para qualquer lado e vamos ver"
Roda a chave e nada. "Não consigo. Eu não sei" E chora.
"Tenta outra vez, tens de fazer força. Tem calma e tenta. Vais ver que dá"
Volta a tentar e ouve-se um clique. Puxo a maçaneta. Nada. Foi no sentido contrário. "Boa, filha! Tens de fazer o mesmo mas roda a chave para o outro lado. Faz força para rodar"
Ela roda e roda. E chora nos entretantos, diz que não consegue e afasta-se da porta. Chamo-a e tenho de a acalmar, via fechadura, várias vezes. "Espreita aqui, vês a mãe? Não vou sair daqui. Vamos lá tentar!"
Mais umas quantas tentativas... abriu!
Ufa! A porta abre e ela atira-se para o meu colo. Coração a miil e olhos vermelhos. Super assustada. A irmã ou se ri histérica ou faz uma cara de pesar, Ó Bia!
Foi uma lição para todos! A Inês tirou todas as chaves das portas (já poucas tinham, só as que nunca se fecham mesmo, como a do escritório em que a porta está sempre aberta). A Beatriz prometeu nunca mais brincar com chaves, Eu, depois de as pernas pararem de tremer, pensei que ainda acabamos por ter sorte. A Inês já fazia filmes de chamar bombeiros e polícia!
Quando estou quase a terminar, ouço a mais a nova chamar, o som é abafado: "Mamã, anda cá. Não consigo sair".
Estava no escritório. A porta não abre. Pergunto-lhe o que se passa. "Fechei a porta à chave". Ó Céus! "Tenta rodar a chave, Beatriz", "Não consigo" , a choramingar. Noto-a a ficar nervosa e a afastar-se da porta. A irmã entra em modo histerismo, fala mais alto que eu, uma grande confusão, ninguém se ouve. Tive de acalmar a mais velha e não a deixar falar. Experimentei outras chaves. Nada. Estudei a possibilidade de sair sem ser pela porta. Impossível. Comecei a ficar sem opções. Deitar abaixo a porta (tipo à filme) fora de hipóteses, nunca teria força para isso. A miúda sempre a pedir para abrir a porta. A choramingar. O medo a crescer.
Dou um estalo mental a mim mesma. Não pode ser, calma lá. Isto resolve-se. A única solução é ser ela abrir a porta.
"Beatriz, chega aqui perto da porta. Tem calma. Vamos abrir a porta as duas. Está bem?"
"Não consigo"
"Consegues! Roda lá a chave como fizeste para fechar"
"Eu não sei. Para que lado é?"
"Faz para qualquer lado e vamos ver"
Roda a chave e nada. "Não consigo. Eu não sei" E chora.
"Tenta outra vez, tens de fazer força. Tem calma e tenta. Vais ver que dá"
Volta a tentar e ouve-se um clique. Puxo a maçaneta. Nada. Foi no sentido contrário. "Boa, filha! Tens de fazer o mesmo mas roda a chave para o outro lado. Faz força para rodar"
Ela roda e roda. E chora nos entretantos, diz que não consegue e afasta-se da porta. Chamo-a e tenho de a acalmar, via fechadura, várias vezes. "Espreita aqui, vês a mãe? Não vou sair daqui. Vamos lá tentar!"
Mais umas quantas tentativas... abriu!
Ufa! A porta abre e ela atira-se para o meu colo. Coração a miil e olhos vermelhos. Super assustada. A irmã ou se ri histérica ou faz uma cara de pesar, Ó Bia!
Foi uma lição para todos! A Inês tirou todas as chaves das portas (já poucas tinham, só as que nunca se fecham mesmo, como a do escritório em que a porta está sempre aberta). A Beatriz prometeu nunca mais brincar com chaves, Eu, depois de as pernas pararem de tremer, pensei que ainda acabamos por ter sorte. A Inês já fazia filmes de chamar bombeiros e polícia!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
✎
Entre dias bons, outros menos bons, algumas viroses e maleitas do género, cá vamos levando. Esta semana com sol ajuda a arrebitar os ânimos.
A mais velha tem mau acordar mas acaba por sair de casa bem disposta (depois de algumas birrinhas para tomar o pequeno almoço, para vestir o casaco, para se mexer basicamente). As aulas já correm a todo o gás e já houve dias em que tive de me chatear por causa dos tpc (distrai-se com tudo!).
A mais nova continua a adaptação à escola. Depois de uma primeira semana com muitos nervos (dela e meus, ela nem dormia bem, agitada, sempre a acordar) e muito choro, seguiu-se uma segunda semana tranquila, já ficava bem, sem chorar e só chorava um pouco na hora da sesta, voltava a chamar pela "mamãzinha". Pois que a terceira semana e esta quarta que já vai a meio, tem sido um mix, chora para ficar, chora muito, agarra-se a mim, grita que quer a mamã e tenho de sair com ela assim, mas depois acalma-se, fica bem, come bem e passa bem o dia.
Eu, estou farta de estar com tosse. Estive constipada, fiquei com dores de garganta, fiquei sem voz (exactamente no dia em que comemorei 10 anos de casada), agora veio a tosse. Até me doem os abdominais de tanto esforço (será que conta como exercíco físico?).
O marido teve um presente fantástico no nosso aniversário, a mulher bem caladinha :) Levou-me a jantar a um sítio top, foi muito bom. Ele bem queria fazer surpresa mas eu topei-o logo!
O gato está um chato!
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
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