sexta-feira, 10 de maio de 2013
10/10 Maio
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Estava a correr tão bem
É meu!
É meu, meu, meu! A toda hora. Às vezes até nos faz rir porque tudo, até o mais improvável, é dela!
Tudo com que a irmã brinca: é meu!
Tudo o que está no quarto: é meu!
Tudo o que existe nesta casa: é meu!
Tudo o que é dos outros: é meu!
Chega mesmo a dizer: é tuuuuudo meu!
terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Dias intermináveis
Comecei o dia a tentar arranjar o grande disparate de ontem à noite. Penduraram-se nas cortinas da sala e arrancaram o varão da parede. Não consegui. Vai ser preciso fazer novos furos para colocar o suporte, aquilo ao sair trouxe parede atrás e alargou o furo...
A Beatriz quis ver a Rosinha. Não chamou por mim, achou que pegar no aquário para brincar com a tartaruga era boa ideia. O resultado está fácil de adivinhar, aquário no chão, tartaruga no chão (viva), água por todo lado e Beatriz encharcada.
O professor da Inês pediu algodão em rama, mãe comprou, a Inês achou que levar o algodão na embalagem original era muito, sei lá, monótono e tratou de o tirar de lá, e de esticar aquilo, e de brincar com aquilo e de dar daquilo à irmã. A brincadeira acabou comigo aos berros e a ter de arrancar do tapete o algodão que parecia ter cola.
Na hora do banho, acabaram com o frasco novo de champô (abri ontem), para fazer mais espuma.
Antes de jantar, eu e a Inês estivemos mais de meia hora a apagar um desenho que a Beatriz resolveu fazer na parede. As duas, de joelhos e de borracha na mão. O desenho foi a lápis.
Birras das duas. Disputas a toda a hora. A Beatriz está na fase em que acha que é tudo dela. Quer tudo o que a irmã tem. A Inês raramente cede, se a obrigo para acabar com a discussão é logo porque “só gostas da Beatriz“.
Nem parece real. Que dia! Quando o pai chegar a casa vai perguntar “está tudo bem?“ nem sei bem o que lhe responda.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
O que elas me dizem
quarta-feira, 24 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Auto retrato
Hoje decidiu auto retratar-se. Mais tarde pedi-lhe para o fazer novamente para registar.
Aqui está:
terça-feira, 16 de abril de 2013
Conquista

.Pois que, já consegue!
Ontem apanhou o jeito e hoje já domina a técnica. Ficou tão orgulhosa!
Acho que está na altura de lhe comprarmos uma bicicleta das pequeninas.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Done!
Finalmente, a primavera!

sexta-feira, 12 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Nem tudo são rosas
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A bula imaginária
- Não quero. As gotinhas são feias!
- Não são nada. São amigas dos teus olhos. É para teu bem.
- São feias, mamã. Diz aqui.
- Ai diz? Onde?
- Aqui, nas gotinhas.
Pega no frasco e "lê", pronunciando pausadamente silaba a silaba:
AS-GO-TAS-SÃO-MUI-TO-FEI-AS-NÃO-PO-DE-PÔR!
Muito linda!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Estou a ficar viciada
quinta-feira, 4 de abril de 2013
As gotas
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Pillow dress
Adorei o resultado.
O vestido
terça-feira, 2 de abril de 2013
O cabo dos trabalhos
2.º período
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Mais uma experiência
Ontem dei inicio a um novo projecto. O que irá sair daqui?! :)
quinta-feira, 28 de março de 2013
Beatriz, qual é o teu animal preferido?
O Pai Natal.
E eu jurava que ela ia responder que era o Fofinho... ou a Rosinha.
Mas é verdade que o Pai Natal é um “animal“ bem mais generoso.
A entrar no espírito da época
Ontem cozi ovos e deixei-as pintá-los. Adoraram. Tanto que a Beatriz não os largava e acabou por partir (e comer) um.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Rosinha
terça-feira, 26 de março de 2013
É um facto!
Tagarela número 2 em franco desenvolvimento.
Pensei que não era possível mas está a parecer-me, tenho mesmo a certeza, de que a Beatriz é tão faladora como a irmã.
A Inês nunca está em silêncio. Ou está a falar, ou a cantar, ou a choramingar, ou a trautear... até a lavar os dentes ela emite sons.
Hoje, à mesa, lá estava ela a trautear entre dentes. Mandei-a calar-se pela vigesima vez no último minuto e fiquei de olhos fixos nela. Ela viu que eu não estava para brincadeiras e calou-se. Segundos depois já ia recomeçar a cantoria, abriu a boca, ia começar a emitir um qualquer som, quando me viu a ainda olhar para ela. Até engoliu em seco e fechou a boca de uma forma forçada, quase como a disfarçar. Até me deu vontade de rir. É mesmo algo superior a ela.
A pequenina está a ficar igual.
Estou receosa...























