Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas minhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas minhas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 3 de junho de 2014

Maresia

Hoje está um cheiro a maresia que não se aguenta! De tão bom.

Está nevoeiro, fresco, o sol ainda não apareceu mas cheira a verão. Cheira ao mês de Agosto da minha infância. Às manhãs frescas à beira mar (depois o sol abria e o calor era do bom, hoje não me parece que isso vá acontecer). Cheira a maresia mas quase sinto o cheiro do creme da lata azul* (porque está nevoeiro mas queima, ouvíamos). Cheira a maresia e quase sinto o cheiro do pão com manteiga a meio da manhã. Cheira a maresia e lembro-me de jogar ao prego horas a fio. Cheira a maresia e lembro-me de andar com a toalha na cabeça, como se fosse um véu, e ser uma princesa. Cheira a maresia e lembro-me dos livros "uma aventura". 

...

Estou velha, pá!

* naquele tempo usávamos o creme nivea como protector solar, como era possível?! E não me lembro de grandes escaldões. Também usávamos uma camada que não devia haver raio que se atrevesse a queimar.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Eu e a chuva

Acho que é pública a minha implicância com a chuva. Talvez por isso nunca investi em nada com ela relacionado. Sempre tive guarda chuvas "fatelas", tive uma vez uma gabardine mas raramente a usava e só no ano passado comprei umas galochas. Confesso que das galochas fiquei fã. Andar despreocupadamente, sempre a direito, sem correr o risco de ficar com os pés molhados, sem ter de estar a olhar para o chão, valeu a pena. 

Quando se anda com uma criança ao colo (quando chove bastante a Beatriz vai ao colo para evitar males maiores) os inconvenientes da chuva dão comigo em doida. Abrir guarda chuva, segurá-lo com o pescoço, tirá-la da cadeira, tirar mochila, carteira, vestir casacos... ufa. E andar com ela e guarda chuva?! Quer ser ela a segurar, tapa-me completamente a cara, vou contra pessoas, fico presa em portas, tropeço, é um fartote de diversão. Isto porque a minha querida filha me enfia o guarda chuva cabeça a baixo tapando-me totalmente a visão.

Há dias lembrei-me de uma solução (ok, solução não será, mas ajuda), uma coisa tão simples como um guarda chuva transparente! A minha vida mudou :) Ainda detesto chuva, ainda me passo com o abre e fecha de guarda chuvas e colos e tralhas e isso tudo mas pelo menos já não ando às cegas! Já não ando a coleccionar inimigos em via pública.


O meu é igual mas em lilás! Do Jumbo. Continuo a não fazer grande investimento mas já é um upgrade em relação aos pequeninos de andar na carteira (no meu caso, no carro) que costumava usar.

Imagem retirada da internet

terça-feira, 25 de junho de 2013

Em modo verão

Finalmente o calor chegou e há que desfrutá-lo.
As meninas estão de férias,  há que as entreter.
O tempo não estica, há que o aproveitar ao máximo.

Vou passando por aqui.
Ao ritmo da vontade.

Bom verão!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Coisas de gaja

Andar de sandálias, com este tempo a ameaçar chuva, para não estragar a pedicure.

Pink is back!

terça-feira, 4 de junho de 2013

Blue

Experimentei, pela primeira vez, um verniz que não rosa ou vermelho (ou semelhantes, como o coral). 
É daquelas coisas com que se fica com uma sensação estranha. A verdade é que não sei se gosto. 
Não morri de amores, é certo. Mas também não odiei.
Acho que é para usar sem abusar, só de vez em quando para variar.
Parece que sou muito tradicional nesta cena das manicures.


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Não é para mim

Usei o/a Stevia (edulcorante de origem natural, extraído das folhas da planta- stevia) para adoçar o café. Não consegui. Juro que tentei, mas nem me parecia café. Tive de tirar outro. 

Estas coisas do diet, do light e coisas deste género não são para mim. Eu até gostava de gostar, mas não gosto...

Coerência

É, no mesmo dia em que me queixo por ontem não ter comido farturas (é o que dá ir à festa depois de almoço - de barriga cheia, não pode ser!), ser o dia em que compro isto e me estreio nesta coisa do alternativo mais saudável e com menos calorias.

domingo, 10 de março de 2013

Evento do ano!

A Vendinha das Mães foi um sucesso, aos meus olhos.

O local era muito giro, espaçoso e agradável. As mães vendedoras e as marcas com coisas fantásticas, lindas de morrer. Um ambiente muito bom.

Mas, para mim, o melhor de tudo foi poder abraçar as minhas queridas Sofia e Inês. Foi ver a minha amiga Marta em acção, com tanta coisa gira para vender. Foi conhecer e ser fotografada pela Carina, um doce de pessoa. Foi ver a dinâmica das Mães Reais (espero ansiosa a nossa foto!). Foi encontrar amigas por lá. Foi cruzar-me com tantas caras "conhecidas". E tive muita pena de não me ter cruzados com outras (Su, fica para a próxima, foi por um triz!).

Muito bom!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Curtas considerações destes dias

Ando ausente, sem motivo maior.

Ando farta deste tempo, desta chuva, deste frio. E não, não sou das que se queixa do tempo só porque sim. De mim jamais ouvirão queixar de calor. Eu sofro com o frio. Eu deprimo com os dias cinzentos. Preciso de sol!

Ando cheia de ideias. Mas daquelas que não levam a lado nenhum. Daquelas que num dia parecem fantásticas e que no dia seguinte já parecem ridículas. Enfim, preciso de uma ideia brilhante.

Ando contente com a minha mais nova. Eu nem devia escrever isto. A fase das birras está a melhorar. Ufa, que alívio. Claro que ainda as faz, mas de forma normal, de vez em quando, como excepção. Estava a dar em maluca com birras diárias e contínuas. Espero que não seja apenas uma fase boa e que elas voltem em força. Tenho fé que não. Ela está a crescer.

Ando com vontade de gastar dinheiro. Nem me tento. Longe de tudo que é comércio. E obrigo-me a banir as lojas online.

Ando a contar os dias para o fim de semana. Vou tentar ir à Vendinha das mães, este sábado nas Caves Ferreirinha. Vai lá estar meia blogosfera, não? Quero ver de perto os cavalinhos Carrossel e dar os parabéns à Inês (e à Sofia e ao Rui) e quem sabe ainda ser fotografada pela Sofia que vai lá estar em parceria com a Catarina Ferreira do Ties para as Mães Reais. E espreitar o que a minha amiga Marta lá estará a vender (se precisares que te leve almoço, avisa!). E domingo é dia 10, dia de 10 on 10. Não se esqueçam!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

O meu projecto em granny squares

Começa a ficar palpável.

Já ninguém me tira aquele bocadinho depois de as deitar, sentadinha no sofá, a ver uma das minhas séries preferidas e com as lãs à minha volta. Very vintage! Hahaha!



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Bom dia!

Tenho estado sem vontade de por aqui passar. Por nada de especial.

Tivemos um fim de semana cheio e divertido. Um Domingo quentinho e que bem soube recarregar energia e vitamina D. Já estamos perto do próximo, espero que também seja luminoso.

Em preparativos para o Carnaval. Nada de compras, não gastei dinheiro.Vão usar o que há cá por casa. Acho que não vão fazer má figura. Claro que a Inês queria ir de princesa. Estou tão farta de princesas, mas já se sabe que ela é que escolhe, senão não faz sentido. Mas acho que a consegui convencer a usar uma outra fantasia, amanhã veremos.

Tive uma noite daquelas bem animadas, infelizmente, no mau sentido. Deitei-me tarde, quase às 2h. Acorda uma às 3h e vem ter comigo (o pai está fora), acorda a outra às 4h e vem ter comigo. Começam a discutir (até de noite): põe a perna para lá, tira o braço, chega para lá,... passo-me e ponho a mais velha na cama dela. Às 5h a mais nova pede o biberão mas nem assim adormece logo. Às 5h30 mando-lhe um berro. Acalmou e adormecemos. 

Comecei a treinar a agulha e fiz umas experiências em crochet. Já fiz há muitos anos e gostava. Ainda gosto. Vou tentar um projecto grande: uma manta em granny squares. Ontem fiz os dois primeiros.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Baixou o canalizador que há em mim

De vez em quando dá-me para isto. Arregaço as mangas e atiro-me de cabeça.

Há umas semanas foi a pia da cozinha. Entupida dias a fio, a água corria a muito custo. Mandei com gel desentupidor pelo cano abaixo mas passados uns dias estava igual. Então lá encarnei o canalizador. Toca a tirar os tubos, lavar aquela cena toda, tirar todo o lixo acumulado (nem vou falar muito nesta parte, quem já fez isto ou viu fazer, sabe porquê) e lá consegui resolver o problema. Mas eis que me deparo com outro. Ficou desentupido mas a verter água. Pois, as borrachas gastas, algumas se calhar foram juntas com o lixo. Pedi reforços (chamei o meu pai) e foi resolvido.

Agora era o lavatório da casa de banho que andava entupido há vários dias. Uma seca. Não me apetecia nada estar com estas coisas mas teve mesmo de ser. Tira tudo do armário. Tira o cano, e cabelos, e cabelos, e cabelos... a Inês entra nesse momento: Mãe, isso é a coisa mais nojenta que já vi! Ah, pois era. Horrível. Mas agora funciona que é uma beleza. E sem fugas nem nada. Impéc. 

Acho que vou começar a fazer uns biscates na área :)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A zona cinzenta

Nem tudo é preto ou branco.
Nem tudo é sim ou não.
Nem tudo é mau ou bom.

Há pais cegos. Há pais que desculpabilizam os filhos de tudo. Há pais que se demitem de educar, ou porque delegam essa função ou porque simplesmente não o conseguem fazer (embora achem que o fazem).

Há pais que tentam. Uns conseguem, outros não. Quer por natureza dos próprios pais ou dos filhos, quer por influências externas (terceiros que influenciam, desautorizam os pais).

Há os que pouco precisam de se esforçar. Acredito que sejam uma minoria. Aqueles a quem sai na rifa filhos atinados, certinhos, bem comportados por natureza. Há crianças assim.

Isto tudo porquê? Por causa de um texto que circula por aí. Podem ler aqui.

Sobre a questão da hiperactividade nada sei. Não conheço nenhum caso e nunca ouvi essa desculpa da boca de nenhum pai. Não conheço quem medique os filhos para esse efeito.

Sobre o incómodo das birras das crianças, sobre o mau comportamento em público, sobre isso posso falar. Infelizmente, tenho passado por isso mais do que gostaria. Mais do que alguma vez passei com a mais velha. A Beatriz faz muitas birras. Mesmo birras, daquelas feias, daquelas que envergonham, com choro, gritos, bater os pés no chão, atirar-se para o chão, tudo de mais horrível que possam imaginar. A minha atitude perante uma birra dessas varia muito, do motivo da birra e do local. Às vezes ignoro (dizem ser a melhor solução), geralmente quando é num espaço público mas ao ar livre ou num local com pouca gente. Num supermercado, num espaço fechado, num local com muita gente, tento minimizar a coisa. Tento distraí-la, desviar a atenção do motivo da birra, em último caso (acontece muito), agarro nela (tipo encomenda debaixo do braço já que ela parece um polvo ou uma cobra a tentar esgueirar-se) e saio dali para fora. Se a birra é a tentativa de fazer algo que a coloque em perigo, tipo não querer dar a mão para atravessar a rua, fugir de mim, esconder-se, aí leva uma palmada. É certo que não é agradável passar por isto e também não é agradável assistir. A minha postura perante uma birra alheia é de compreensão e compaixão pelos pais. Mas já senti muitos olhares reprovadores e críticos de vários espectadores desses tristes episódios. Juro que não compreendo porquê, visto estarmos a falar de uma criança de 2 anos, e juro que não sei mais o que fazer.

Este senhor do texto tem razão, há muita criança mal educada fruto de pais permissivos. Mas não se pode generalizar. Mas uma criança falar alto num café ou restaurante, uma criança empolgar-se numa brincadeira e rir de forma mais entusiasmada, isto é apenas ser criança. Exigir um comportamento adulto a uma criança não faz sentido. As crianças têm o mesmo direito de estar no mundo que os adultos, ok? As crianças podem acompanhar os pais para (quase) todo o lado. Acho que só assim aprendem como comportar-se em diferentes ambientes.

Uma criança tentar passar os limites, é normal. Uma criança fazer birras, (Infelizmente) é normal (dependendo da idade, claro, uma criança mais velha fazer uma birra em público já não me parece nada normal). É saudável até, está a aprender a lidar com as frustrações. São comportamentos normais das crianças. Mas atenção, os pais assistirem sem reacção, não é normal. Verem os filhos a incomodar os outros e nada fazer, não é normal. Verem os filhos mexerem no que não devem, ir para onde não é suposto, serem mal educados com alguém e nada fazerem, não é normal. Os pais permitirem tudo para não se chatearem (embora todos nós tenhamos um mau dia, aquele em que até fingimos que não vemos porque não temos forças para o que se segue - mas como excepção não regra), não é nada normal. A criança estica a corda, os pai intervêm (ralham, castigam) é o mesmo que dizer, a criança erra, os pais explicam o erro, ensinam, ajudam a distinguir entre o certo e o errado. Se os pais nada fazem a mensagem que passa é: comportamento aceitável, podes continuar...

Esta é só a minha opinião, vale o que vale. A educação de uma criança tem tanto de importante como de complexo. Mas não é preto no branco. Não há certo e errado na maior parte dos casos. Há situações especificas, com pessoas únicas e em momentos diferentes. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Lá fora

Chove, está vento e frio.

Cá dentro, está-se bem. Dei por mim longe, em pensamento e páginas web, por praias, hotéis  piscinas, enfim, tudo aquilo que não posso ter agora. Mas sonhar não custa. Soube bem mas já acordei.

Ainda é cedo para fazer planos para o verão?!


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Chuac!

Como é que alguém (eu), que nunca usa batom (excepto o do cieiro e de um gloss de vez em quando), anda cheia de vontade de comprar um? E logo um vermelho ou então um tom nude. Faz sentido, não faz? Até são parecidos. 

Deve ser por não poder usar nenhum. Pelo menos para já. Descobri que tenho herpes labial (Oh God!) e ando a ressacar de batom e de beijinhos. 

Só agora me apercebo como sou uma beijoqueira. Agora que sinto o impulso mas não os posso dar. Então às miúdas, devo dar-lhes umas boas dezenas de beijos por dia. 

Em contrapartida tenho recebido muitos mais. Já que não os posso dar "obrigo-as" a dar-mos!

- Titi, dá um beijinho à mamã. A mamã tem o doi-doi e não te pode dar.
- Calma, mamã. Vai paxar, tá bem? Calma. A Titi dá beixinho.

- Nini, dá beijo à mãe para ires para a cama.
- Mamã, dou-te muitooooos!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Alisar

Hoje até parece que fui à cabeleireira. Mas não fui. Comprei daquelas placas de alisamento (aquilo que se liga à corrente, aquece e se passa o cabelo a ferro, sabem?). Ficou mesmo fixe, bem lisinho, muito melhor do que seco só com escova.

Bem sei que toda a gente já sabe disto. Que esta cena é uma descoberta do século passado, mas fiquei satisfeita com o resultado e apeteceu-me partilhar.

Fantástico mesmo era fazer daqueles alisamentos em que prometem vários meses de cabelo sempre impecável quer chova quer faça sol. Mas, para além do preço, saber que teria de estar mais de quatro horas sentada na cadeira do cabeleireiro, faz-me logo perder a vontade.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Escuridão


Mas que dia. 
Cinzento, chuvoso, escuro e frio.
Só apetece ir para a cama dormir ao som da chuva a cair. Mas como não posso, nem vale a pena falar mais nisso.
Ter de estar de luzes acesas desde manhã, ligar o aquecimento ao início da tarde, usar a máquina de secar todos os dias. O inverno (pode ainda não o ser de calendário mas é como se fosse) para além de tudo que já sabemos, ainda é caro. Acho que, enquanto estivessemos em crise, não devia haver inverno.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Chegou o dia!

Juro, nunca pensei que isto me acontecesse. Bati no fundo. Mesmo fundo. 

Eu explico. Sozinha com elas. A Beatriz acordou já quase de manhã a pedir leite e demorou a voltar a adormecer. Quando o despertador tocou eu estava mesmo ferrada. Desliguei-o por instinto e pensei só mais cinco minutos. Só que os cinco minutos multiplicaram-se e, quando finalmente acordei e me levantei, tinha 15 minutos para sair de casa. Dormiam as duas.

Saltei da cama, vesti umas calças de ganga e enfiei um poncho. Peguei na Inês, lavei-a, vesti-a, calcei-a, ela quase a dormir em pé. Fiz-lhe o pequeno almoço e até lhe dei para ser mais rápido. Preparei-lhe o lanche. Agarrei na Beatriz, ainda a dormir, vesti-lhe um casaco polar por cima do pijama. Mochila às costas (da Inês) e siga.

A Inês salta para o carro, coloco a Beatriz na cadeira e diz-me ela: Estou de pijama! - com um ar que não distingui entre espanto e indignação. Arranco. Pelo caminho pergunta-me a Inês: Ó mãe, o que tens vestido, isso é a camisola do pijama? 

Pois... Nem sei que diga. Só me falta ir ao café de chinelos....

Que fique registado, estive nestes preparos uns 10 minutos, 15 vá. E, regressadas a casa, fomos directas para a banheira.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sabemos que já não estamos a bater bem quando:

A mais nova pede-me uma bolacha. Tiro um pacote e dou-lhe uma. Não é essa, diz ela. Tiro outro pacote e dou-lhe outra. Não é essa! Grita ela. Tiro o terceiro pacote. É esta? Pergunto eu. Não! É aquela! E aponta para a primeira que lhe ofereci.

Reviro os olhos. E canto entre dentes: 

Vou-te contar, vou-te contar
É preciso uma paciência
P'ra te aturar, vou-te contar

O que estás a cantar? Pergunta ela, espantada.

Nada, filha. Nada.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Momento romântico

Logo de manhã, abraça-me e diz-me:

- Já viste? Há 17 anos que te aturo.
- ... que tens a sorte de me aturar.

 ♥

Há 17 anos atrás, uma festa mudou a nossa vida para sempre!
Éramos tão pequeninos!
Parabéns!