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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Mais um clássico

A Beatriz deu uma tesourada no próprio cabelo.

Felizmente não foi grande o estrago. 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Queriam mais, era?

Hoje, à hora de deitar. O pai a ver futebol, eu a acabar de jantar, mandei-as para o quarto brincar só cinco minutos para se irem deitar de seguida.

Não demora muito até que a Inês me chame aos gritos: “Mãe, a Beatriz está a molhar a minha cama!“. Lá estava ela, de copo na mão, que havia enchido no bidé e despejado num boneco em cima da cama da irmã. Pelos vistos tinha um doi doi e precisava de água. Aparentemente, já ia na segunda dose de tratamento, ou seja, no segundo copo de água. Conclusão, cama da Inês totalmente molhada, tive de tirar tudo e fazer a cama de lavado. Claro que me fartei de praguejar.

Enquanto faço a cama, sua excelência senta-se na sua cama a ver-me e a brincar com o gato. Não é que, quando acabo e a mando sair da cama para ir fazer xixi e lavar os dentes, vejo que a cama dela está também molhada? Enquanto eu mudava uma, resolve fazer um xixi na outra. Digo-vos, até me vieram as lágrimas aos olhos. Isto ao final do dia, estes disparates são apenas os últimos do dia, não os únicos. Ninguém merece.

E lá tenho de lhe mudar a cama toda também, do resguardo à manta aos pés da cama para as noites mais frias.

Enquanto isso ainda tenta disparatar com a esfregona (sim porque a casa de banho ficou inundada com a brincadeira da água) e ainda levou uma palmada no rabo.

Vou para o céu. De certeza.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Uma hora de Beatriz

Eu tenho a forte convicção de que a Beatriz é uma criança muito asneirenta. Sei lá, acho que ela faz mesmo muitos disparates. Não é um de vez em quando, como era o caso da irmã. Nem sequer é um ou dois por dia. São mesmo muitos.

Hoje, numa hora, a sua primeira hora acordada: 

Enquanto em tomava banho e, sem eu me aperceber claro, surrupiou-me um verniz. Dei com ela com as unhas, os dedos, a cara, tudo cor-de-rosa. E tirar aquilo? Nem vos conto. Custou, mas lá saiu tudo. Assunto resolvido. 

Fui secar o cabelo. De repente ouço uma cadeira da cozinha a arrastar e um barulho esquisito e fui ver o que se passava. Encontro-a de pé em cima da cadeira de frente para o micro-ondas. Ouço barulhos estranhos e vejo faíscas lá dentro, um verdadeiro fogo de artifício doméstico. Corro, agarro nela e mando-a sair da cozinha. Abro a porta do micro-ondas e lá estava um íman do frigorífico, de metal. Não estão a ver o susto. Tive a sorte de ir rápido, nem quero imaginar se aquilo lá ficasse mais tempo.

Enquanto preparo o pequeno almoço, a mesma peste aparece-me despida da cintura para baixo. Atrás dela vejo um rasto de pegadas molhadas. Sigo as pistas e dou com a mesa de centro molhada. Fácil de deduzir que estava em cima da mesa e não foi a tempo de ir à casa de banho...

Isto numa hora. E não, não ficámos por aqui...

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Tal e qual na Fontana di Trevi

Uma moeda no fundo da sanita dá sorte, não dá?
Digam que sim... Não me apetece mesmo nada ter que a ir pescar.
Adivinhem como foi lá parar. Pois claro, D. Titi sempre a fazer das suas.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lá auto-estima tem ela

Tenta bater-me. Levanta-me a mão.

- Queres magoar a mãe? A Beatriz é muito feia.
- A Titi é linda.
- Estavas a tentar bater à mãe, és feia.
- Olha p'a minha cara, xou linda.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Trabalho em equipa

Uma faz xixi no chão (asneira nr 1), a outra decide passar por cima a correr (asneira nr 2), cai e molha-se no dito, foge de mim quando chego perto, a ralhar, passando novamente por cima (asneira nr 3) e, para terminar, a mais nova corre atrás da irmã e volta a passar por cima do molhado (asneira nr 4).

Tudo isto em segundos, ainda estava eu de pano em punho para limpar.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

111/366


Depois do disparate, foi tentar limpar.


Não é fácil fotografar, mas acho que dá para ver qualquer coisa. Acreditem, ao vivo está muito pior.

Estou danada!

Saíram da mesma forma, com os mesmo ingredientes, não há dúvida!

Agora é a mais nova que me risca as paredes. Esta casa vão ficar bonita.Vai, vai!

Mas porque não me saem meninas bem comportadas na rifa?!

Já agora, tinta de esferográfica numa parede azul, alguém sabe como tirar?

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Mais uma!

Às vezes estou tão cansada que nem consigo reagir.

Ouço-a a atirar o pacote de cereais ao chão. Ouço aquele barulho dos cereais a espalharem-se pelo chão da cozinha. Ouço-a divertida a brincar com aquilo.

Não consigo lá ir. Não me apetece. Penso que vou ter que limpar e vou, deixa-a estar entretida e quieta enquanto a brincadeira durar. Depois vou lá, com o meu olhar de má e com os ralhetes do costume.

segunda-feira, 19 de março de 2012

78/366



Acham isto normal?
Estou cansada de tantos disparates.
Não foi o gato, não foi a mais nova, foi mesmo a Inês.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Eu sou tão bem comportada

Ontem conseguiu sair da cadeira da papa sozinha. Sair, não cair. Quando olho (estava a meio metro dela), já estava no chão. Com um ar triunfante que só visto.

Ah... e há cerca de uma semana que já consegue entrar para a banheira sem ajuda. E o que eu ralhei com a Nini a pensar que era ela que a metia lá dentro. Ela bem dizia que não, mas só quando eu vi com os meus próprios olhos é que acreditei.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Socorro!

Estou farta de ir buscar coisas dentro da sanita, dentro do caixote do lixo e da areia do gato!

Tudo que desaparece cá em casa aparece num desses três sítios.

Basta eu distrair-me e lá está ela a caminho deles.

Uns minutos sozinha, esquecendo-me de fechar as portas, dá sempre a asneira.

Preciso de comprar umas luvas. Ou um alarme anti-asneiras.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Trepadeira

Que ela anda sempre colada a mim não é novidade. E colada, é colada mesmo. Sempre ao colo. Um desgaste.

Hoje consegui sentar-me um pouco ao pc (no escritório e não como pc ao colo no sofá como quase sempre, em que ela trepa para cima de mim, me fecha a tampa, etc) e começo a trabalhar, passados uns minutos aparece ela, eu nem olho, a tentar não me desconcentrar. Digo qualquer coisa e ela ri-se. Passados uns instantes, olho para o lado, vejo isto:



E o seu olhar triunfante de "estou alta, chego à secretária e tudo!"

Ontem o pai deu com as duas, no quarto, cada uma em cima da sua cadeira, a tentar chegar aos livros. Claro que, esta macaquinha de imitação da irmã, mal teve oportunidade, repetiu a proeza.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Corpos estranhos

Acabados de sair do otorrino que retirou de uma narina da Beatriz três corpos estranhos. Uma peça de um jogo da irmã e dois enormes pedaços de algo parecido com algodão (suspeito de enchimento de algum peluche).

Andava há duas semanas (ou mais) com um corrimento estranho naquela narina e desde o fim de semana que estava a ficar com mau aspecto, tivemos medo de fazer infecção.

Vai tomar antibiótico e voltar ao otorrino daqui a duas semanas.

É cada uma...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A não esquecer!

Nunca pedir ou fazer prometer a colaboração das miúdas numa ida a um estabelecimento comercial.

- Nini, a mamã precisa mesmo de ir comprar isto e aquilo. Vamos as três mas ajudas-me a tomar conta da Beatriz, ok? Enquanto eu escolho tu vais tomando conta dela. Pode ser?
- Claro!

Houve de tudo! Corridas das duas pela loja. Gritaria porque a mais nova quer trazer tudo, agarra e grita quando lhe tento tirar. Choro da mais velha porque não lhe compro nada. Gargalhadas e cu-cus da mais nova a esconder-se da mais velha. Um expositor tombado. Eu, de mãos cheias, atrás de uma e a chamar a outra. Finalmente, na caixa a fazer o pagamento, reparo que a miúda tresanda. E diz a Nini: Oh Bia, cheiras mal. E responde a mais nova: Cocó!

Não há buracos portáteis? Vou passar a andar com um na carteira.

Quando finalmente me apanhei no carro, com as duas sentadas e segui viagem... bem... devia acabar por aqui, mas não. Em plena autoestrada a mais nova começa a resmungar e a chamar e, quando olho pelo espelho, vejo-a a tentar sair da cadeira. Tinha conseguido tirar o cinto que passa pelos ombros e já se tentava libertar da parte que prende a cintura. Mandei-lhe um berro. Assustou-se e sentou-se direita, mas veio com o cinto mal colocado até casa. 

Eu juro que as minhas filhas não são umas selvagens, até são boas meninas, eu até lhes dou educação, ou pelo menos esforço-me para isso, mas às vezes têm destes dias. E eu sou só uma, contra duas.

domingo, 11 de dezembro de 2011

À beira de um ataque de nervos

Uma limpa dvd's com betadine. Porque viu o avô a fazê-lo um dia destes, com álcool. Betadine, álcool, vai dar no mesmo, certo?!

Corre pela casa em trotinete, o que me deixa louca.

A outra despeja-me o caixote do lixo. Limpo tudo e, quando termino, vejo que puxou pelo balde da esfregona e virou a água toda.

Já ficou debaixo da árvore de Natal. Que tombou por ela puxar os enfeites. E volta a montar a árvore toda novamente.

Estes foram apenas alguns exemplos, poucos, de como o meu fim de semana é animado.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Coisas sem explicação cientifica

Acabei de assoar o nariz à mais nova. Ora bolas, dizem vocês, mas isso dá um post? Dá! Se, em vez de ranho, tiver saído por uma narina chocolate.... Ainda pensei que fosse sangue seco, mas era mesmo chocolate.

Não lhe dei chocolate. Já procurei chocolate perdido pela casa. Nada.

E não vivo no Entroncamento.

Estou para perceber esta.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Sabe o que é bom!

Começou a fazer esta há dias. Estaciono o carro, de regresso a casa e, quer o passeio tenha sido curto, quer tenha sido longo, quando abro a porta para a tirar da cadeirinha, vira-me a cara, encosta-a à cadeira como a esconder-se e faz uma cara de má. Pergunto-lhe "Vamos?" e ela grita-me, sim grita-me: NÂO! 

Tenho mesmo que filmar isto!