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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Swimming report


311/366

Correu muito melhor.
Demos um salto a casa antes de ir para a natação. Vestiu o fato de banho e o fato de treino para trazer de volta. Levou gorro e casaco com carapuço. Não tomou lá banho e concluímos a tarefa no balneário muito mais depressa e sem perder a Beatriz de vista (ainda assim a peste menor conseguiu enfiar a touca da irmã e ficar com o cabelo molhado e atirar os óculos novos dela para o chão, que por um triz não calcei, para colocar os da piscina).
Continua a ser difícil entreter a mais nova, durante 40 minutos, num local pequeno, sem nada à volta e com pouco lugares sentados (e hoje, incrivelmente cheio de gente). E àquela hora já é de noite e está um frio de rachar, nem uma volta a pé dá para dar.
Cenas da vida real...

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Uma simples ida à natação

Chegamos. Preciso de conversar com a senhora da recepção. 
Beatriz: Quero colo!
Eu: Já vai.
Vou a meio da primeira frase.
Beatriz: QUERO COLO! 
Tenho que pegar nela para evitar um escândalo.
Entramos no balneário. 40 graus à sombra! Não se aguenta.
Eu: Inês despe-te. Beatriz, não fujas!
Inês faz tudo menos despir-se. Beatriz faz tudo menos estar quieta.
Finalmente Inês equipada e Beatriz ainda debaixo de olho. Pego na mais nova ao colo (para não escorregar no molhado) e levo a mais velha até à entrada para a piscina. 
Beatriz: Chão!
Eu: Não, está molhado.
Beatriz: A Nini 'tá no chão.
Eu: A Nini está de chinelos e vai para a piscina.
Beatriz: TAMBÉM QUERO CHINELOS!
Eu bufo! Continuamos à espera da monitora.
Beatriz: Chão!
Eu: Não!
Beatriz: CHÃO!
Eu: Não!
Finalmente chega a monitora. Mais velha entregue por 40 minutos. Missão: entreter a mais nova durante esse tempo.
Vamos até ao bar da piscina. Lanchamos. Levanta-se uma dúzia de vezes, circula pelo bar mas já nem quero saber. Estou por tudo. Fala alto. Mando falar mais baixo vezes sem conta. Respiro fundo quando olho para o relógio e já passaram 35 minutos. Voltamos ao balneário.
Preparo a roupa, pego na toalha e no champô. Espero que a mais velha saia da piscina (novamente com a mais nova ao colo).
A Inês aparece. Esperamos por vaga no chuveiro. A Beatriz não pára quieta e espreita todos os chuveiros.
Há vaga. Dou instruções à Beatriz para se manter atrás de mim enquanto ajudo a Inês a ensaboar-se e esfregar o cabelo. Olho para trás, nada de Beatriz. Atiro com o champô para o chão e desato a correr pelo balneário. Não a vejo à primeira nem à segunda, começa a crescer aquele pânico. Ninguém reage. Nenhum adulto ou criança me ajuda, me diz onde ela está ou mostra qualquer preocupação (juro que não entendo!). Finalmente vejo-a encostada a uma parede, já ao fundo do balneário, a observar uns miúdos. Pego-lhe pelo braço. Volto a repetir que não pode sair da minha beira. Bla bla bla.
Volto ao chuveiro. Passo a toalha à Inês. Voltamos para vestir. Ela parece uma ventoínha, olha em todas as direcções, foca-se em tudo menos no processo de vestir e calçar.
Eu bufo! EU VISTO-TE!
Passamos à secagem do cabelo. Naqueles secadores maravilha que nada secam e o cabelo da Inês não é fino nem curto. Nisto a Beatriz volta a fugir. Corro atrás dela e já não a vejo. Grito o nome dela. Não responde. Espreito para todo o lado e nada de Beatriz. Volta a apoderar-se de mim aquela sensação horrível de pânico. 
De repente ouço-a rir-se e uma porta de um cacifo abre-se. Sai de lá triunfante e sorridente. 
Quase desfaleci.
Ainda tive que lutar para lhes vestir os casacos e fazer entrar no carro.
E em casa, já perto das 20h ainda me esperava o jantar por fazer. E o banho da Beatriz.
Quando eu me vir na cama...

Vai ser assim duas vezes por semana. Será que sobrevivo?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Só para a minha paciência

São horas de ir buscar a Inês para a levar à natação. A Beatriz dorme. Acordo-a. Lá vamos nós.

Ainda não acabou de lanchar. Espero um pouco. Vem a acabar de comer o pão pelo caminho.

Chegamos à piscina, 5 minutos antes da hora em que o cartão está activo (para poder passar pelo torniquete), esperamos.

16:50 entramos. Pouso a Beatriz no ovo ao nosso lado, pouso os sacos (o da piscina e o da Bia). Dispo-lhe a t-shirt, desaperto-lhe a saia.

Começa a chorar. "Não posso ir para a piscina. Tenho o doi dói no pé. Ó mãe não posso ir"... e chora!

Conto até 20. "Inês, a água não te vai magoar no pé. Vamos lá que dentro de água já nem te lembras disso".

A chorar: "Não pode ser. Dói muito. Não posso ir".

Conto até 30 "Se doer muito pedes ao professor para sair que eu venho buscar-te".

Entre lágrimas e ranho: "Não, o professor depois não me deixa vir. Ó mãe, acredita em mim".

Conto até 40 "Inês, despe-te e deixa-te de fitas!"

Choro. Choro. Choro.

Já não conto mais! "Acabou-se a natação! Se não fores para a aula não voltas! Viemos nós a correr, acordei a tua irmã, não lanchaste direito na escola, para isto?!"

Choro. Choro. Choro.

Volta a vestir a t-shirt. Pego nos sacos, na Beatriz e viemos para casa.

Está de castigo! E não sei se volta à piscina tão cedo. Realmente tem uma ferida no dedo do pé, mas ora bolas!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Natação e Ballet

Hoje vai ser a primeira aula de natação. Já devia ter ido a uma aula mas não a consegui levar.

Não fala de outra coisa. Ontem perguntou-me imensas vezes se era hoje. Já viu se tinha tudo na mochila umas vinte vezes.

Vamos lá ver se as aulas correspondem às suas expectativas.

O regresso ao ballet também foi muito esperado. Aliás, passou o mês de agosto a "ensaiar".

Na véspera fez questão de preparar tudo comigo, experimentamos roupa e sapatilhas (que deixaram de lhe servir no espaço de um mês).

Esta semana só ela e outra amiguinha regressaram, as aulas foram mais calminhas, (ainda) não ficou de castigo :)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Com este calor...


... é um massacre ficar à espera dela na natação. Só apetece mergulhar também!
Hoje foram um bocadinho para a piscina funda, que animação!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

1.ª aula


Gostou e quer voltar!
Foi a primeira experiência em piscina com professor.
Pensei que ia ter medo dos mergulhos, mas não. A amiga (ás dos mergulhos) deu o exemplo e ela lá ganhou coragem.
A mana esteve a dormir a aula toda e deixou a mamã assistir à aula sossegadinha.