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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Daisy



A Daisy chegou há uma semana. 

Há muito que as meninas pediam um cãozinho. Não há passeio em que não tenhámos de parar e fazer festinhas a TODOS os cães que passam por nós. Há muito que eu gostava de ter um cãozinho. Há muito que tentávamos convencer o pai cá de casa. A Inês já andava desesperada e tentou por várias vezes convencer-me a ir buscar um sem o pai saber. Ele depois habitua-se, nós até somos três contra um, dizia ela. Mas há decisões que têm de ser tomadas por unanimidade, a maioria não chega.

Quando vi esta cadelinha, de mês e meio, a precisar de uma casa e de uma família não resisti e pressionei. A mãe dela foi abandonada à porta de uma família que acabou por a acolher mas não podia ficar com os filhotes e procurava família para eles. A mãe é uma rafeirinha meiga de porte pequeno, o pai é desconhecido. Cumpria os requisitos: bebé (por causa da adaptação ao/do Fofinho), porte pequeno, raça (neste caso sem raça) dócil.

Mandei foto ao marido. Mandei mensagem. Mandei e-mail. A Inês pediu. Eu pedi. Ele não resistiu aos encantos desta menina e fomos buscá-la nesse mesmo dia. Foi quase como chegar a casa com um recém nascido. Tive de dormir no sofá para ficar perto dela e controlar o Fofinho. Chorou algumas vezes e só queria colo. A segunda noite correu melhor e agora já dorme bem na sua caminha sem reclamar.

As miúdas andam super felizes, só têm pena de ela ainda não poder ir à rua. Anseiam por passeá-la de trela mas ainda não pode ser, só depois de ter tomado todas as vacinas. Ainda falta mais de um mês.

O Fofinho, depois de uns dias de estranheza em que lhe bufava e até se atirou a ela uma vez, já se começa a habituar à ideia e o estado de espírito parece ser de curiosidade. Ela estando calma ele até se chega a ela, cheira-a e fica a observar. Quando ela está muito irrequieta, principalmente de manhã, quando só quer brincar, correr e anda aos saltinhos ao lado dele, ele prefere afastar-se. Mas acho que está a correr bem. Não o noto nervoso nem zangado.



segunda-feira, 24 de março de 2014

Não preciso de um mata-moscas

Tenho um gato!

Se ignorar as unhas presas nas cortinas, se não reparar nos voos à malucos, se não me importar com as unhas cravadas nas paredes, até é uma vantagem.

terça-feira, 11 de março de 2014

Quanto mais, melhor!

O gato Fofinho é doido por sol, acho que são todos, as suas sestas ao longo do dia variam consoante a exposição solar. Adora esticar-se e tomar longos banhos de sol.

Depois de tantos dias de chuva e frio ele está nas nuvens com este calor. Rebola-se no chão do terraço, corre de um lado para o outro,  atira-se às moscas com que se vai cruzando. Anda feliz!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Achas?

Beatriz: - O Fofinho está a faxer miminhos a mim.
Eu: - Que sorte.
Beatriz: - Também faxo a ele. Ele gosta.
Eu: - Ah sim? Ele disse-te?
Beatriz: - Ele não fala. Achas? O Fofinho é gato. 

Toma lá!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Contemplação



 Os dois mais novos em contemplação da árvore que pisca.

Ao contrário das expectativas, eles até se têm portado bem. Ele não lhe dá grande importância, ela lá tira uma bola  ou boneco, volta a colocar e de vez em quando tenta rodar a árvore. Mas, a ameaça de que a árvore volta para os arrumos se continuar a mexer (ela viu que foi de lá que ela veio), tem resultado.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Uma questão de autoridade

O gato não queria sair de cima da minha cama. Depois de pedir algumas vezes com jeitinho, tive mesmo que pegar nele...

- Sai lá daí! Afinal quem é que manda?

E ouço uma voz fininha no quarto ao lado:

- É a Titi.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

54/366


Miau!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

31/366


Gato sofre!

A chupeta da Beatriz é o seu dedo. O miminho da Beatriz é o meu cabelo. Podia ser uma fralda, um boneco, mas é o meu cabelo. É assim que se consola, é assim que adormece, é assim para o miminho: põe o dedo na boca, agarra-me o cabelo e faz cócegas no nariz. 

Hoje apanhei-a assim. O gato em cima do armário de apoio na cozinha, a comer, ela agarrada à cauda, nisto. Eu, como mãe desnaturada que sou, antes de libertar o gato (que não estava muito incomodado) e ir lavar as mãos e a cara à miúda, fui a correr buscar a máquina fotográfica.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cola!

O vício do colo é tanto, que acabei de a ver passar a correr atrás do gato, de braços no ar, e a gritar: COLA!

Ele foge. Como o compreendo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ainda falta muito para a primavera?


Até o nosso quatro patas preferido sente falta dos dias quentes, do sol, das tardes passadas no terraço, dos passeios pela manhã...

Agora passa os dias a dormir. No quentinho, claro. Às vezes pede para sair mas ao fim de poucos minutos já está a chamar (a miar, pois claro) para entrar. Isto de frio e chuva não é para ele.

sábado, 1 de outubro de 2011

Coisas de gato

Desde que a Beatriz começou a andar que o quatro patas cá de casa a vê com outros olhos. Parece que mudou de estatuto. Sim, já que ela deixou de andar de quatro como ele, deve ter subido na sua consideração. Agora é vê-lo ir atrás dela quando ela se dirige para a porta (numa tentativa que ela o deixe sair). Ela já recebe mimos (umas roçadelas nas pernas que a fazem perder muitas vezes o equilíbrio). E até a segue quando ela ordena!

Até aqui não lhe ligava nenhuma, ele a ela. Ignorava-a. Limitava-se a fugir e esconder-se quando ela o agarrava, puxava o rabo ou as orelhas. Não quer dizer que ela tenha deixado de fazer isso, mas ele lida com ela de forma diferente. Vai-se lá entender a cabeça de gato!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A vítima de sempre


Quem é o bebé que dorme tranquilamente por baixo do lençol da Hello Kitty?
Ah pois, mas destas brincadeiras ele gosta. Tudo o que esteja relacionado com soneca e com quentinho, ele está lá!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ninguém escapa!

A minha mais velha tem como middle name disparate, que é como quem diz, não faz outra coisa.

E todos pagam por isso. Geralmente a mãe, que limpa/arruma/conserta o resultado do disparate. 
Hoje a vitima foi o gato!

Desde que teve o problema de calculos e a obstrução urinária, o Fofinho tem-se portado muito mal em relação às suas necessidades (as liquidas). Nos primeiros dias foi um desespero, sempre a pingar em todo o lado, eu sempre de esfregona na mão. Agora já está melhor mas ainda acontece pontualmente.

O pai viu umas pingas no tapete da sala. Agarrou-o, esfregou-lhe lá o focinho e deu-lhe umas palmadas no nariz. E foi para o castigo, ficar fechado na cozinha, que ele odeia.

Quando ia deitar a Nini, diz-me ela: Não me ralhes. Fui eu, não foi o Fofinho. Não entendi logo: Foste tu? Fizeste xixi no chão? Ela dá uma gargalhada. Não, mamã. Não fiz xixi. Eu explico-te: fui buscar um copo de água e estava com a água na boca e... caiu um bocado. Tudo sem darmos por nada. Então e não viste o pai a bater ao Fofinho? Porque não lhe disseste logo? Faz cara de caso. Ele ia ralhar-me.

Vai pedir desculpa ao Fofinho e contar ao pai.

E agora está o pai com peso na consciência. E o gato já as tem, ninguém lhas tira.

E eu, que tive um dia de loucos com as duas, com a mais pequena quase todo o dia ao colo e com a Inês a fazer tudo o que lhe digo para não fazer, não consegui deixar de me rir com isto tudo. E dizia-lhe eu: Estou a rir-me mas estou zangada, ouviste? A cara que ela faz, quando se vem confessar, é hilariante, parece que cometeu um crime daqueles em que a pena é a prisão perpétua.

Melhor que esta aconteceu nas mini férias da Páscoa. No hotel rural onde ficamos havia um cão, para o grande, mas muito meigo. Estava quase sempre preso e ela andava sempre de volta do canil a falar com ele e a tentar dar-lhe folhas, paus, etc...  No último dia, andava eu a arrumar as malas e ela lá de volta do cão (que estava a uns 10 metros de nós), de repente aparece ela. Com a tal cara. Muito nervosa. Com um ar de pânico: Oh mãe. Oh, mãe, não me ralhes. Não me ralhes, está bem? Eu só lhe dizia para se acalmar e para me contar o que tinha feito. Claro que nestas alturas espero sempre o pior. Eu... abri a porta ao cão. Eu espreito e vejo o cão atrás dela todo contente. Ela não resiste a fazer o disparate mas depois fica atrapalhada! Lá fui chamar um empregado e pedir desculpa por ela ter soltado o cão.


E o que acabei de me rir ao relembrar-me da cena. Foi mesmo hilariante mas a expressão dela é tudo e isso não consigo descrever melhor.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

De volta a casa


O Fofinho já está em casa desde ontem à tarde.
Ainda está debilitado, não fez grande festa por voltar a casa. Aliás, ao contrário da última vez, estava muito calmo e aparentemente bem lá no veterinário.
Já comeu e bebeu, ainda pouco para o seu normal. Tem ido à areia muitas vezes mas não consegue urinar ou faz só umas pinguinhas. Deve doer ainda...
Temos que estar atentos a isso, senão tem que voltar.
As meninas já estavam com saudades. A Beatriz não sai de perto dele e ele está tão em baixo que nem foge dela.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O nosso querido Fofinho

Hoje a casa está mais vazia.
Cheguei, abri a porta e ele não apareceu como é costume.
Abri a porta do terraço e ele não veio a correr, para apanhar ar, como tanto gosta.
Fui fazer o almoço e não tive a sua companhia.
Está a bater o sol no meu quarto e ele não está encostado ao vidro a fazer a sua sesta.

Hoje o Fofinho ficou internado no veterinário. Desde ontem que estava muito parado, sem comer ou beber e com o miar estranho, de choro/dores. Vomitou várias vezes. Deitou-se todo encolhido onde usualmente não se deita. Até na caixa de areia esteve.

Está obstruído. Tem a bexiga dilatada e dores. Não consegue urinar. Por isso, não come nem bebe. Está algaliado e esperamos que fique logo bom para poder voltar para casa.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Gatinha

Foge para a comida do gato e, sim, já provou. Chapinha na água do gato. Ontem descobriu as potencialidades da caixa de areia e apanhei-a numa tentativa de lá entrar.

Não está fácil! Está imparável!

E responde à pergunta: Como faz o Fofinho?

Iauuuuú...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Modalidades desportivas

E os records das minhas meninas.

Beatriz - Arremesso de brinquedos ao chão - muitos e rapidamente

Inês - Desarrumar o quarto, sala, enfim... tudo - espalha brinquedos em tempo record e sem reverso

E, já agora:

Fofinho - Largada de pêlo e espalhar areia - aparecem em tudo o que é canto.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Gato sofre

Na mão destas duas! A Beatriz tem especial predilecção pelas suas orelhas :)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Fofinho


Ele esteve indisposto, mudou de comportamento, começou a comer menos.
Na quinta feira estava com vómitos e com um ar triste, abatido e não comia.
Foi na sexta para o veterinário, para tentar perceber o que teria. Ficou internado.
Esteve lá até sábado ao final do dia. Não gostou. Não comeu. Veio rouco (de tanto miar?).
Mal chegou a casa foi comer. Tem andado bem mas ainda não me parece a 100%.
Está a tomar um antibiótico e um complemento alimentar.
Não se sabe ao certo o que teve/tem, talvez uma gastrite, algo do género.

Esperemos que o pai e a mãe escapem aos bicharocos que andam por cá...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Não está fácil!

A Beatriz está muito em baixo. Febres altas. Não sei se da faringite ou da varicela. Tem vezes que o Ben u ron pouco baixa a febre, tenho que lhe tirar roupa, o que me aflige imenso com este frio, até fico arrepiada.
Da varicela não a noto com comichão, tem tomado o zovirax e coloco caladryl nas bolhas depois do banho.
Da faringite, até aqui não parecia estar pior, mas desde ontem à noite que está com pieira, a respiração muito ruidosa. Temo que esteja a passar para os brônquios. Vou fazer novo telefonema ao pediatra.

O Fofinho hoje vai ter que ir ao veterinário. Já o noto há vários dias diferente, não anda atrás de mim, dorme mais do que o costume. Ontem chegamos à conclusão que anda a comer muito pouco. O Nuno pensava que eu lhe andava a colocar comida e eu pensava o mesmo, ou seja, nenhum de nós lhe tem dado de comer e a comida  está quase cheia. Ontem preocupou-nos, parecia estar com dificuldade em engolir, parece que puxa o vómito, não está mesmo bem...

A Inês, para já, está bem. Tem ficado em casa para eu não ter que sair com a Beatriz ao final do dia para a ir buscar. Não é fácil conciliar as duas, estando a Beatriz doente. Tanto me dá até uma ajuda como complica tudo. Anda cheia de medo de ficar com varicela, pergunta constantemente se dói, se dá comichão. Acho que vai ser mais chato nela do que está a ser na Beatriz. É só um feeling...