sexta-feira, 3 de maio de 2013

Estava a correr tão bem

Fui buscar a Inês à escola e, em vez de irmos directas para casa como habitual, parámos na esplanada para comer um gelado. Estava-se tão bem! Um fim de tarde ameno, a correr apenas uma brisa, mesmo convidativo a ali ficar mais um pouco. Segurei-as pouco tempo à mesa, foram brincar para a areia. Entretanto o pai juntou-se a nós. 

Elas brincavam com outras crianças e com uma cadela já conhecida de outras idas à esplanada. De repente a Inês grita, chora e, quando olho, vejo sangue. Corri para ela que estava agarrada à cara. O cão (cadela) atirou-se a ela e mordeu-lhe o nariz. Lavei mas continuava a sangrar e viam-se os golpes, um de cada lado. Fomos ao centro de saúde e por sorte estava calmo e foi logo atendida e devidamente tratada. Não passou de um susto. Os golpes foram superficiais e não tardarão a passar. Mas valeu para o susto, nosso e do dono da cadela que ficou mesmo muito preocupado. 

A Inês não fez mal à cadela, estava a brincar com ela, estava tão feliz que achou por bem abraçá-la. A cadela não gostou. 

Tanto ela como a irmã adoram animais, adoram cães. Tenho imensa dificuldade em evitar que corram para todos os cães que passam. Fazem festinhas sem qualquer medo, seja qual for o tamanho do cão. Não quero que ganhem medo mas espero que este episódio sirva para que pensem duas vezes antes de se atirarem a todo o cão que passe.

Estava a ser um fim de tarde tão bom mas lá viemos nós corridos da esplanada. Mesmo a tempo de ouvir o discurso de um outro com nome de animal mas nada fofinho.


3 comentários:

Sónia disse...

Imagino o teu susto e o dela tadinha. Ainda bem que foi só superficial. A Sofia não se aproxima assim dos animais mas o Tito vai sem medo e isso assusta-me, nunca se sabe o que os cães vão fazer.
Beijinho e as melhoras da Inês.

Isabel disse...

Bolas, que susto...
Eu já apanhei dois grandes sustos com cães e com o João, tanto que ele tem imenso medo, o que é compreensível apesar de gostar que fosse diferente...
Confesso que, de cada vez que vejo cãezinhos a passearem sem trela fervo e apetece-me partir logo para o insulto mas sou que estou escaldada...
Espero que a tua traquinas esteja recomposta...
bj

vidasdanossavida disse...

O meu filho de 3 anos é igual e também eu não lhe quero criar medos. Mas combinei com ele que antes de abraçar um cão tem de perguntar ao dono se o animal gosta de festas. Imagino o teu susto. E ainda bem que não passou disso.