Mostrar mensagens com a etiqueta Daisy. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Daisy. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Daisy já fez 4 meses


Está linda, não está?
Mas safada!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Está crescida!


Continua uma amostra de cão mas já está a perder a cara de bebé. Nesta última foto, com pouco mais de 3 meses, tinha 3,750 kg.
Adora passear mas não faz as necessidades na rua. Já passamos imenso tempo fora de casa em passeio, umas 3 horas seguidas com passeio na praia, almoço na esplanada, corridas no passadiço e nada de xixis e cocós. Mal chega a casa vai a correr para o sítio onde aprendeu a fazer (um resguardo de cama descartável que coloco no cão).
Adora o Fofinho (o gato), atira-se a ele sem medos, desafia-o para brincar e, quando ele está para isso, dão corridas a alta velocidade pela casa um atrás do outro. Quando ele se farta da perseguição dá-lhe uns socos, parece que está a tocar tambor. Ela pensa que faz parte da brincadeira e continua a chateá-lo.
Adora mimos e festinhas na barriga. Adora dar beijos à Inês (porque é a única que permite e gosta de tantas lambidelas). Mordisca-nos as mãos na brincadeira, já percebe quando vamos buscar a trela e vai para a porta, senta e dá a patinha e espera uma guloseima de recompensa.
É uma esquisita para comer. Muitas vezes tenho de misturar alguma coisa (restos da nossa comida) com a ração dela. Caso contrário a ração fica lá intacta até que a fome aperte mesmo.
Tem medo de cães grandes mas está a começar a aprender a relaxar e não entrar em pânico quando vê um.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Passeios, trela e as miúdas

A Daisy iniciou-se ontem nos passeios. Finalmente terminou a primeira etapa de vacinação e já pode ir à rua. 
Agora temos em mãos um trabalho tão importante como difícil : treiná-la a andar de trela. Parece simples mas não é. É todo um mundo novo para ela, quer explorar tudo, cheirar tudo, pouco nos ouve, não obedece. Mesmo sendo pequena dá grandes puxões na trela, é preciso agarrar bem, principalmente se forem as meninas a passeá-la. 
Elas são outro trabalho em curso. Fazê-las perceber que não precisam de discutir, que ambas terão muitas oportunidades de passear a Daisy, que não podem puxar a trela e arrastar a cadela à força...

terça-feira, 21 de outubro de 2014

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Estes dias madrugadores

Uma das consequências da vinda da Daisy cá para casa é acordarmos todos mais cedo. Há dias em que ela acorda cedo e não deixa ninguém dormir (felizmente ainda foram poucas vezes mas muito cansativas, hoje foi um desses dias, a "chorar" desde as 6h). Eu tenho tentado acordar antes das miúdas para poder tratar da Daisy antes de ter de tratar delas. Limpo o que sujou durante a noite, dou-lhe de comer, brinco um bocado com ela. As miúdas também se levantam com mais facilidade para terem tendo de brincar um bocadinho com ela antes da escola. E ela não as larga, corre atrás delas, salta-lhes, quer dar-lhes beijinhos. O pai também gosta de brincar um com ela um bocadinho antes de sair.

Ainda andamos a tentar acertar isto do sono da Daisy. Se há noites em que dorme seguido e só dá sinal quando nos ouve a levantar de manhã, há outras em que acorda pelas 6h e não se cala. Nós não cedemos, não nos levantamos para ela não associar que ao chorar nós aparecemos mas também não conseguimos dormir e temos medo que possa incomodar os vizinhos. Ela não ladra, gane, uiva às vezes, mas à noite ouve-se tudo, espero mesmo que não incomode. Tento cansá-la à noite, basta varrer a sala que ela fica tola e farta-se correr atrás da vassoura, coloquei um relógio junto à cama dela, dorme com um peluche. Não sei o que mais posso fazer... na verdade ela é um bebé, tem apenas dois meses, temos de lhe dar tempo. 


terça-feira, 16 de setembro de 2014

15 de Setembro

Foi dia de regresso às aulas da mais velha após 3 meses de férias! Não estava propriamente farta de estar de férias mas já acusava saudades da escola, dos amigos, do professor. Diz que só não tem saudades dos tpc e dos testes... pois!


Hoje começa de verdade já com aulas todo o dia. Espera-a mais um ano, pelo que dizem, um pouco exigente. O meu desafio é ajudá-la a manter o foco, ajudá-la a conseguir conciliar a parte social com o estudo. Quero que ela se divirta muito, que brinque muito com as amigas e amigos, que corra, salte e cante muito. Mas também quero que saiba estar na sala de aula, que consiga estar concentrada nos testes, que esteja na aula a aprender e não a pensar na brincadeira do recreio. 


Ontem foi também um dia especial para a Daisy, fez dois mesitos. Eu tinha medo de adoptar um cão e depois ele crescer mais do que estivesse à espera mas acho que não vou ter esse problema. Acho que a Daisy vai ser minuscula! Nunca gostei de cães estilo porta-chaves mas acho que vou ter de me habituar. Já gostamos todos tanto dela. É uma fofa! Mesmo naquelas noites (foram umas três até agora) em que se lembrou de acordar às 6 da manhã e começar a ganir e uivar, mesmo não acertando sempre no sítio onde fazer as suas necessidades (e muito bem já faz ela para o tempo que tem e sem poder ir à rua), mesmo quando nos rouba o calçado e a apanhamos a roe-lo escondida. Já é uma grande companheira. Até o Fofinho começa a render-se aos seus encantos e já começou a brincar com ela.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Daisy



A Daisy chegou há uma semana. 

Há muito que as meninas pediam um cãozinho. Não há passeio em que não tenhámos de parar e fazer festinhas a TODOS os cães que passam por nós. Há muito que eu gostava de ter um cãozinho. Há muito que tentávamos convencer o pai cá de casa. A Inês já andava desesperada e tentou por várias vezes convencer-me a ir buscar um sem o pai saber. Ele depois habitua-se, nós até somos três contra um, dizia ela. Mas há decisões que têm de ser tomadas por unanimidade, a maioria não chega.

Quando vi esta cadelinha, de mês e meio, a precisar de uma casa e de uma família não resisti e pressionei. A mãe dela foi abandonada à porta de uma família que acabou por a acolher mas não podia ficar com os filhotes e procurava família para eles. A mãe é uma rafeirinha meiga de porte pequeno, o pai é desconhecido. Cumpria os requisitos: bebé (por causa da adaptação ao/do Fofinho), porte pequeno, raça (neste caso sem raça) dócil.

Mandei foto ao marido. Mandei mensagem. Mandei e-mail. A Inês pediu. Eu pedi. Ele não resistiu aos encantos desta menina e fomos buscá-la nesse mesmo dia. Foi quase como chegar a casa com um recém nascido. Tive de dormir no sofá para ficar perto dela e controlar o Fofinho. Chorou algumas vezes e só queria colo. A segunda noite correu melhor e agora já dorme bem na sua caminha sem reclamar.

As miúdas andam super felizes, só têm pena de ela ainda não poder ir à rua. Anseiam por passeá-la de trela mas ainda não pode ser, só depois de ter tomado todas as vacinas. Ainda falta mais de um mês.

O Fofinho, depois de uns dias de estranheza em que lhe bufava e até se atirou a ela uma vez, já se começa a habituar à ideia e o estado de espírito parece ser de curiosidade. Ela estando calma ele até se chega a ela, cheira-a e fica a observar. Quando ela está muito irrequieta, principalmente de manhã, quando só quer brincar, correr e anda aos saltinhos ao lado dele, ele prefere afastar-se. Mas acho que está a correr bem. Não o noto nervoso nem zangado.



domingo, 7 de setembro de 2014

Temos novidade!

Chama-se Daisy!