quinta-feira, 28 de abril de 2011

A minha princesa pequenina

Esta semana fui ao oftalmologista com a Beatriz. Tal como aconteceu com a irmã, dado os meus problemas nessa área, o pediatra aconselha despiste antes do ano de idade. 

A Inês, felizmente, não tem qualquer problema, fez despiste aos 11 meses, outro aos 3 anos e irá novamente antes de entrar para a escola. Teve o chamado estrabismo fisiológico, comum nos bebes, que habitualmente desaparece pelos 6 ou 7 meses (embora a Nini tivesse até um pouco mais tarde). 

Com a Beatriz parece que não vai ser assim. Continua a acusar algum estrabismo o que, com esta idade, já devia ter desaparecido. A consulta correu muito bem, o médico é muito simpático e tem muito jeito para crianças, ela colaborou. Não fez ainda qualquer diagnóstico mas adiantou-me que lhe parece ter qualquer coisa, que precisamos de avaliar melhor a situação. Vai ter que fazer uma semana de gotas para dilatar a pupila e permitir o exame na próxima consulta. Parece que não é doloroso mas será desconfortável, vai ficar mais sensível à luz e deverá andar sempre de chapéu de abas largas (que tenho de comprar).

Saí de lá com um aperto tão grande, tão angustiada. Bem sei que não é nada grave, não é nada que não se trate e que até pode ser uma coisa relativamente "leve" e não haja necessidade de cirurgia, mas não é a mesma coisa que ouvir que está tudo bem. Há um misto de culpa, irracional sim, mas que não deixo de sentir.  

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Coisas de 2.º filho


Impensável há uns anos atrás com a Nini, a Beatriz com 11 meses provou o gelado* da mamã. E adorou! E pediu mais. E tive de me apressar a comê-lo para não ter que lhe dar mais. 

Estes dias de mini férias também provou batatas fritas. Ups... pelo menos eram caseiras. Quando vi já a Nini lhe tinha dado e ela não se fez rogada. 

A Nini nunca foi de provar nada. Sempre que queria introduzir um novo alimento, demorava semanas até o aceitar. A Beatriz pode não comer muito mas gosta de experimentar, tem curiosidade pelos alimentos. E para vê-la sossegada é dar-lhe alguma coisa para a mão, pão, bolachas, fruta.

*magnum de amêndoas, embora ela só tenha provado o interior e não o chocolate obviamente. E acho que posso concluir que não faz alergia ao leite de vaca, que o pediatra até já tinha sugerido que lhe desse para testar, num puré de batata ou num creme de maizena.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Já acabou?

Agora que estava a saber tão bem...

Beatriz com febre de véspera e chuva a cair. Fomos com medo de ter que voltar. Mas fomos. A chuva foi chata mas não atrapalhou. Passeamos, estivemos sempre juntos, comemos bem, conhecemos locais fantásticos e paisagens deslumbrantes. O sol foi aparecendo e tudo melhorou. Soube a pouco.

A Inês sempre a perguntar quando íamos embora, se podíamos ficar mais dias. A Beatriz a adorar o passeio e sempre todos à volta dela. Felizmente a febre não tornou a aparecer e esteve sempre bem disposta. Fez grandes sestas enquanto andávamos de carro e acordava fresca para o passeio.


O alojamento (turismo rural) tinha uma vista de perder o fôlego. Espaços verdes para elas brincarem. Um cão por quem a Nini se perdeu de amores. Foi bom. Muito bom!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Até!

Hoje é dia de fazer as malas e preparar tudo para um fim de semana grande!

Boa Páscoa!



A tradição do Coelhinho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e o início do século XVIII.
No Antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade consideravam o coelho como o símbolo da Lua, portanto, é possível que ele tenha se tornado símbolo pascoal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa. O certo é que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução, e geram grandes ninhadas, e a Páscoa marca a ressurreição, vida nova, tanto entre os judeus quanto entre os cristãos.
Existe também a lenda de que uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinha e os escondeu, para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram os ovos, um coelho passou correndo. Espalhou-se, então, a história de que o coelho é que havia trazido os ovos.


Wikipédia

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mais água!

E já que gostou do banho inesperado e urgente de há uns dias atrás, que teve que ser de chuveiro na mão, agora passou a ser assim!

Sento-a dentro da banheira pequena, colocada na banheira grande, e de chuveiro na mão, dou-lhe um duche fresquinho, isto é, quentinho. Ela adora. Tenta beber a água que sai do chuveiro, agarra-o, tenta brincar com ele. Vai cabeça abaixo e tudo. Não há menina.

Água



Pelo que tenho ouvido, um tema controverso na pediatria. 

O pediatra das minhas não aconselha água nos primeiros meses. Enquanto os bebés são amamentados em exclusivo, não aconselha mesmo. No caso do aleitamento artificial também não incentiva. Pelo menos em bebés como as minhas, que nunca foram grande coisa para comer. Para além de aumentar cólicas, causar distúrbios na digestão, faz diminuir o apetite.

A partir dos 6, 7 meses diz para ir dando a conhecer,sem que haja muita necessidade que beba (não estou a considerar condições extremas como febres, calor intenso, etc) que a quantidade de água nos alimentos é suficiente. 

A Inês foi uma chatice para começar a beber água, começou pelos 7 meses porque era verão, estava calor, mas ela não queria. Começou por beber à colher depois lá aceitou água no biberão. Nunca às refeições! Aliás, na escolinha dela, ninguém bebe água à mesa. A água é oferecida sempre nos intervalos das refeições. E é assim que deve ser.

Com a Beatriz, a coisa tem sido diferente. Como ainda bebe leite materno, nunca achei necessário insistir. Já lhe dei à colher, cuspiu, já lhe dei em copo, acha piada à brincadeira mas bebe pouco, e no biberão, até hoje trincava a tetina, brincava com o biberão mas não bebia. Hoje voltei a dar-lhe. Enganei-me no biberão, dei um que estava guardado, um com uma das muitas tetinas experimentadas, de silicone. Pela primeira vez, sugou no biberão em vez de morder. Por breves instantes, deu uns 3 ou 4 goles, mas deu.

Verão, meu amigo, podes vir à vontade que a minha bebé já não desidrata!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Uma questão de igualdade?

Estou eu na cozinha (às vezes tenho a sensação que estou sempre na cozinha, bolas!), as meninas na sala.

Acabei de dar um pão com manteiga à Inês que foi comer para a sala porque está a dar uma coisa mesmo muito importante no Panda. Começo a ouvir a Beatriz chorar. Chorar não, gritar. Vou a correr a pensar que se tinha magoado.

Chego lá e está sentada sem problema nem razão aparente para tal pranto.

Que se passou Nini?
Acho que ela quer o meu pão.


A pequenita continuava a chorar desesperada. Corro à cozinha e trago um pedaço de pão.

O choro, parou de imediato. Os olhos até brilharam. Agarrou-se ao pão como se não comesse há quinze dias.

Pois é, Nini. Era mesmo isso!


Falha minha. A minha mãe sempre me disse que o que se dá a um, dá-se a todos.

Às vezes também tem disto:

No carro, a caminho de casa, depois de um dia de escola, venho a contar à Nini uma peripécia da irmã. Uma dejecção, de tal forma assustadora, que só deu tempo de a enfiar na banheira e de lhe dar o seu primeiro banho de chuveiro (gostou!).

Diz a Nini para a irmã:

Não te preocupes pequenina, não vou ralhar contigo. Só te vou dar mimos, abraços e beijinhos e brincar contigo!



segunda-feira, 18 de abril de 2011

No parque


Ontem em bons momentos no parque. A Nini arranjou matou as saudades dos baloiços. Fez uma amiga e fartou-se de brincar. A Bia, que só quer estar no chão, brincou na relva, esteve a ver a mana ao colo do pai e da mãe e estreou-se no escorrega ao colo da mana. E adorou, não há cá medos. Acho que temos uma destemida. Mais uma!

domingo, 17 de abril de 2011

Um dia normal

Um sábado caseiro.
Manhã entre pequenos almoços, roupas, almoço... passou a correr.
Tarde cheia de brincadeiras e sesta para a pequenina. 
Quando íamos sair o pai precisou de ir ao local de trabalho. Acabamos por ficar as três por cá. A Nini vestiu o vestido de festa e sonhou acordada. A irmã delira com as brincadeiras dela.



Ao final da tarde, já cansadas, só gritavam e choravam. A bebé mexe em tudo que é da irmã, para desespero desta. Ela alinha os brinquedos, as pinypons e a Bia chega lá e baralha tudo. Ela vai fazer um puzzle e a pequenita rouba-lhe as peças. Ela brinca com as bonecas e a irmã puxa os cabelos às suas "filhas".

Isto começa a aquecer. A irmã, que estava sempre quietinha, agora mexe em tudo, chega a todo o lado. Eu fico muitas vezes sem saber se devo zangar-me com a mais velha ou afastar a mais nova.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Gostam?


quarta-feira, 13 de abril de 2011

O novo Pai

"Durante décadas, o debate teve apenas um lado: o balanço entre as vidas familiar e profissional era gerida, quase a solo, por mulheres. 

Mas os tempos mudaram e agora os homens ocupam um lugar cimeiro no quotidiano familiar, aprendendo a gerir a pulso a vida profissional e a vida doméstica. Os novos estudos indicam que actualmente os pais lutam tanto como as mulheres para corresponderem às responsabilidades em casa e no escritório. Por isso a análise científica aos casais que dividem tarefas familiares indica que os homens ficam tão ansiosos como as mães no que toca ao cuidado com a casa e com a educação dos filhos. O estudo "The new dad" ("O novo pai"), apresentado pelo Boston College, sugere que a nova visão parental inclui uma maior pressão no local de trabalho, que exclui o reconhecimento das responsabilidades familiares e a fraca influência dos pais na educação dos filhos.

Os pais também parecem mais insatisfeitos e infelizes que as mães na tarefa de gestão familiar: 59% dos pais analisados revelavam sinais de viver um "conflito trabalho-família", um número muito superior ao das mães (45%) com o mesmo tipo de problema. "Os homens enfrentam as mesmas dificuldades que as mulheres tinham nos anos 70: como ser um bom pai e um bom profissional?", explica Joan Williams, da Universidade da Califórnia. "O problema é novo para os homens e aos olhos deles parece muito maior do que poderia parecer aos das mulheres", conclui Ellen Galinskm, do Instituto da Família e do Trabalho."


Em jeito de desafio bloguístico e opinando sobre o artigo acima, deixo o meu testemunho tendo como base o exemplo cá de casa.

Os pais de hoje em dia estão de facto diferentes e melhorados aos de outros tempos. Não que tenha razões de queixa do meu. Também sempre foi um pai presente e participativo. 

O pai de hoje (ou o novo pai como lhes chamam no artigo) sabe que o seu papel de pai não pode ser confundido com o de profissional, não basta aquela visão de outros tempos que um bom pai é o que traz dinheiro para casa, que sustenta a família mas vive muitas vezes alheado do que se passa dentro de casa. O novo pai tenta ser um pai presente, carinhoso, activo na educação dos filhos. O pai de hoje fica em casa com um filho doente se for preciso, vai com ele ao médico ou à reunião da escola.

Pode-se dizer que hoje em dia lidam até com mais preconceito que as mães em algumas situações, como o faltar para ficar com um filho, o gozar a licença de  parentalidade.  A entidade patronal ainda acha "estranho". 
O cá de casa é um "novo pai" que brinca com as filhas, que leva a mais velha à escola todos os dias e que lhe dá banho quando chega a casa. Que sofre quando está fora em trabalho e a quem a filha entrega uma foto de família para se lembrar de nós, que telefona várias vezes para saber como dormiram, se estão bem, para falar com elas.

Há uns tempos atrás a sua disponibilidade era bem maior que a minha e era ele que ia buscar a filha à escola (ainda era filha única), dava banho, adiantava jantar e brincava com ela até eu chegar. Sabe fazer (quase) tudo em casa. Não significa isto que gostasse/goste (e quem gosta?) mas a necessidade aguça o engenho e muitas vezes me surpreendeu. Entretanto os papeis inverteram-se, a disponibilidade dele diminui e a minha aumentou, já não "ajuda" tanto e passa mais tempo fora de casa. Mas a filha mais velha só a ele pede o leite antes de dormir. Só chama o pai na hora de ir ao banho. Sabe que o pai dança com ela ao som de música aos berros (enquanto eu estou sempre a mandar pôr mais baixo) e têm letras adaptadas a várias canções! A pequenita vibra quando ouve a porta abrir e quando o pai lhe dá colo ao final do dia. 

Mas ainda assim e, concordando com o artigo quase na integra, continua a ser mais fácil para um homem conciliar a vida profissional e familiar. Quer pela sociedade quer pela própria natureza humana. Mas pode ser que isto venha a mudar, pode ser...

Mais sobre o mesmo:

Em estado puro

Redonda ou quadrada

A mãe que capotou

Gralha dixit

4 D

11 meses


Este mês fez grandes avanços na sua autonomia. Já se movimenta muito bem, chega onde quer, mexe em tudo. Já gatinha mas de forma desajeitada. Abre o móvel da sala e tira tudo para fora, dvd's, velas, etc. Noto que anda feliz com as suas conquistas. Bate palminhas quando chega onde quer, acho que por imitação porque o faço sempre que ela atinge um objectivo.

Já dorme na sua caminha no quarto com a irmã. Embora ainda acorde pelo menos uma vez, volto a deita-la lá. 

Continua a adorar a hora do banho e já tomou algumas vezes com a irmã (embora eu não ache muito prático). O pior é a hora de vestir. Senta-se, foge-me cama fora, tem que ser quase à força.

Anda a comer mais ou menos. Depois de ter estado doente (no final de Fevereiro) nunca mais comeu com satisfação. Come porque sim, porque eu insisto, porque a distraio.

Estranha bastante desconhecidos ou pessoas que vê menos vezes. Quando está muita gente e confusão não sai do colo da mãe, nem mesmo para o do pai. 

Adora a irmã e o gato! Dá gritinhos de satisfação quando os vê. À irmã, puxa-a, agarra-lhe os cabelos e parece que lhe quer dar beijos (à maneira dela). Nem sei como a Nini deixa, se vissem a gritaria que é para a pentear.

É louca por música, tudo serve de ritmo para se abanar toda. Adora as músicas do Panda e o genérico do Pocoyo,

O cabelinho está a crescer e já lhe pus um ganchinho. Fica tão linda!

Tenho que começar os preparativos para o próximo mês. Custa-me mesmo acreditar que falta 1 mês para fazer 1 ano...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Com esta não contava eu

A Beatriz veio ter comigo à cozinha. Tinha-a deixado a brincar na sala.
Comecei a ouvir um tuc-tuc-tuc e vejo-a aparecer no hall!
Demais! Bati palmas e ela imitou-me. Ficou tão feliz. Ela e eu!
É oficial, já gatinha!

Eu, mãe desnaturada, me confesso II

Pus a mais nova, de 10 meses, a ver o dvd do Panda vai à escola para poder fazer o almoço.

E resultou!

Delicioso!


Já fiz o Crumble de maçã. Ficou óptimo. Foi super fácil e rápido de fazer.
O guloso do marido ficou muito satisfeito. Diz ele que estava muito bom, igual ao que comeu no dia do aniversário.
Experimentem!

(Obrigada meninas pela receita e dicas)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Só falta pintar!


E é a parte que a Inês mais anseia.

Ontem fizemos o gesso e colocamos no molde, pusemos a secar. Só hoje vamos poder pintar e ela está ansiosa. Ficou toda orgulhosa ao ver as peças a secar. Hoje quando chegar da escola aposto que vai directa aos pincéis.

Vão ser imans para o frigorífico.

Boa noite!

Hoje foi a estreia da Beatriz no seu quarto (que é o quarto da irmã). Adormeceu a mamar e deitei-a na caminha dela. Dormiram, a primeira vez, as duas no seu quarto. É uma sensação boa!

Ouvi a Beatriz choramingar às 6h, esperei um pouco mas não voltou a adormecer. Quando lá cheguei estava sentada a olhar à volta. Trouxe-a comigo, dei-lhe de mamar mas ela estava sem vontade de voltar a dormir. Deitei-a ao meu lado. Sentou-se uma dezena de vezes, palrou. puxou cabelos, só voltou a adormecer já passava das 7h. Pouco depois estava eu a acordar...

Para primeira noite não correu mal. Espero que esta menina meta na cabecinha que a noite existe para dormir!

Muito se paga pela língua grande, ou melhor, até se paga pelos pensamentos. Isto porque eu tinha dito, a mim mesma, que a Beatriz ia passar para a cama dela e para o quarto dela bem cedo, bem mais cedo que a irmã (que passou aos 7 meses). Mas saiu-me uma peste que acorda imensas vezes de noite, que ainda mama, que gosta muito de colinho, para os meus planos saírem completamente furados. Enfim, ainda vamos a tempo e, vou aproveitar agora que já só tem acordado uma vez por noite.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Como ter uma refeição tranquila num restaurante...


...Com duas pequenitas!

À mais nova o truque é dar-lhe pão. Muito pão! Mantém-na entretida largos minutos. Levar alguns brinquedos e ir dando um a um conforme vai perdendo interesse. Não a tirar da cadeira de mesa, ao colo transforma-se e ninguém a segura.

Com a mais crescida o truque é incluí-la na conversa. Não a colocar de parte nem falar de assuntos que não perceba, ou falar mas conseguir que se sinta a participar. Um pequeno caderno e um lápis ou caneta também ajuda agora que quer aprender a escrever tudo!

O meu boneco no teu cabelo?


O calor apareceu e tivemos de improvisar.
A Nini ficou bem mais fresquinha e a Bia admiradíssima!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Crumble


Ontem o aniversariante deliciou-se com este crumble de maçã ao almoço.
Já falou nisto umas quantas vezes. Alguém tem a receita? Fácil e rápida de preferência,
E não, não há por cá bimby's.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ainda tenho as pernas a tremer

Hoje a pequenina caiu a primeira vez da cama.
Da nossa...
Chorou muito mas penso que de susto.
Ela já está bem, aparentemente não tem nada.
Eu ainda tenho o coração aos pulos, ainda me dói a alma.
E, não. Não ficou sozinha. Eu apenas olhei para o lado, estava lá.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

É tão fácil fazê-las felizes



Bastam 20 minutos. Uma voltinha por aqui mesmo, não nos afastamos mais 50 metros. A Nini levou a trotinete e apanhou flores, que deu à irmã que, por sua vez, tentou comê-las. A Beatriz foi singlada, muito satisfeita e aos gritinhos por ver a irmã a "andar" tão depressa com a trotinete. Eu, fui tirando umas fotos...

Gosto tanto da primavera!

domingo, 3 de abril de 2011

Gostei desta imagem

119º Aniversário do Primeiro Gelado Sundae

Já há Sundae há 119 anos!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dia das mentiras

Lembro-me que quando era miúda na tv, rádio, etc, passava sempre uma noticia falsa. Era engraçado tentar descobrir qual seria. E, acho que no dia seguinte, era revelada.

Isso ainda acontece?

A Nini ficou super entusiasmada por ser dia das mentiras. Acho que viu um episódio do Ruca em que ele pregou partidas à família nesta data. Foi para a escola toda feliz, ia pedir à educadora para pregar partidas aos amigos. Ah, e teve que levar manga curta por baixo porque ontem muitos amigos andaram de manga curta e ela não!