terça-feira, 31 de janeiro de 2012

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Gato sofre!

A chupeta da Beatriz é o seu dedo. O miminho da Beatriz é o meu cabelo. Podia ser uma fralda, um boneco, mas é o meu cabelo. É assim que se consola, é assim que adormece, é assim para o miminho: põe o dedo na boca, agarra-me o cabelo e faz cócegas no nariz. 

Hoje apanhei-a assim. O gato em cima do armário de apoio na cozinha, a comer, ela agarrada à cauda, nisto. Eu, como mãe desnaturada que sou, antes de libertar o gato (que não estava muito incomodado) e ir lavar as mãos e a cara à miúda, fui a correr buscar a máquina fotográfica.

Trepadeira

Que ela anda sempre colada a mim não é novidade. E colada, é colada mesmo. Sempre ao colo. Um desgaste.

Hoje consegui sentar-me um pouco ao pc (no escritório e não como pc ao colo no sofá como quase sempre, em que ela trepa para cima de mim, me fecha a tampa, etc) e começo a trabalhar, passados uns minutos aparece ela, eu nem olho, a tentar não me desconcentrar. Digo qualquer coisa e ela ri-se. Passados uns instantes, olho para o lado, vejo isto:



E o seu olhar triunfante de "estou alta, chego à secretária e tudo!"

Ontem o pai deu com as duas, no quarto, cada uma em cima da sua cadeira, a tentar chegar aos livros. Claro que, esta macaquinha de imitação da irmã, mal teve oportunidade, repetiu a proeza.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

30/366


No areal

Na verdade esta(s) foto(s) é de ontem mas não resisti a incluí-la. A felicidade da pequenita por estar na areia era tanta que rebolou, deitou-se, agarrou areia, sujou-se, correu, estava mesmo feliz. E nem passou assim tanto tempo desde a nossa última ida ao areal, mas as saudades já eram muitas. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

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Avião!

sábado, 28 de janeiro de 2012

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Bolachas caseiras

Ultimamente tenho feito bolachas umas duas vezes por semana. Quero evitar que comam tantos produtos processados, cheios de açucares, corantes, conservantes e sabe-se lá mais o quê. Vou variando um pouco para não enjoarem, esta fornada foi simples mas também faço de canela e de chocolate, basta acrescentar à massa um desses ingredientes. A Nini, a maior resistente a esta minha resolução, já se rendeu e agora diz que adora as minhas bolachas, ajuda-me sempre a fazê-las.

É muito fácil. Para a quantidade de bolachas na imagem uso: 200g de farinha, 100g de açúcar, 100g de manteiga, 1 ovo e uma pitada de sal. Esta é a base, se quisermos acrescentamos uma colher de sopa de chocolate em pó ou canela. Estou para experimentar com amêndoa e pedacinhos de chocolate. Para ser mais rápido e sujar o menos possível, não estendemos a massa. Moldamos pequenas bolinhas e espalmamos com a palma das mãos, não ficam perfeitas, mas simplifica bastante (e não se suja a bancada, o rolo e as formas). Vão ao forno pouco tempo, uns 15 minutos, talvez, é estar atento e mal ganham uma ligeira cor, desligar.

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Sempre à janela

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Ideias giras #5


Lembrança de aniversário para os miúdos.
Fácil e giro.
Tirar uma foto com a criança com o braço esticado e mão fechada.
Pode-se editar a foto colocando o nome, a idade,...
Revelar as fotos e comprar os chupas.
Fazer uns cortes e colocar os chupas.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

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A fazer "fichas" antes do jantar

45 anos depois...


Vi no facebook e não resisti partilhar. Uma "família" que marcou muitas gerações.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

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Um triste fim 
ou
Disparates da Beatriz

Tarte


Então aqui vai a receita da tarte de amêndoa da minha comadre :)
 
Massa
2 ovos
150 g açucar
2 colheres sopa leite
120 g farinha
2 colheres café fermento
50 g manteiga (derreto-a no micro-ondas)
 
Mistura-se tudo, mexe-se muito bem e deita-se numa forma de tarte com fundo amovível. Vai ao forno cerca de 20 min (talvez menos).
 
Recheio
200 g de amêndoa partida/laminada
150 g açucar
100 g manteiga
7 colheres sopa leite
1 colher sobremesa mel
 
Misturar tudo, excepto o mel, num tachinho e levar ao lume. Deixar ferver até fazer ponto brando (engrossa um bocadinho). Juntar o mel. Mexer e desligar.

Deita-se por cima da massa e vai ao forno alourar.

Deliciosa! 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

24/366


Ida ao parque (registo com o telemóvel)

Os nossos passeios têm normalmente quatro fases. A primeira é a euforia. Vamos à rua? Heee! Corre para a porta, dá saltinhos, grita de alegria. A segunda fase, já no dito passeio, é a melhor. Brinca, anda de um lado para o outro, ri-se, desfruta. A terceira é quando começa a correr mal. Só quer ir para onde não pode (hoje era mesmo para o meio da rua), tenta fugir, começam as birras e o choro quando a contrario e quando decido que é hora de regresso. A quarta é a chegada a casa, o alívio depois do stress. A descompressão. Pronto, território neutro, acalmamos as duas (ou as três, ou os quatro).

Um passeio é classificado de óptimo a péssimo consoante duração e intensidade da terceira fase. 

23/366


Tarte de amêndoa/Bolo de aniversário

Desde que a minha comadre Joana me apresentou esta tarte, na passagem de ano, fiquei fã. Já a fiz três vezes, no aniversário da Nini, no da Bisa(vó) e hoje teve honras de bolo de aniversário. Muito boa!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O meu primeiro soufflé

Ontem, no meu último dia com 34 (sim, hoje faço 35, Yeah!), resolvi fazer um soufflé. Ou melhor, fui tentada a fazê-lo. O aspecto não ficou lindo, nada comparado com o original que é de se comer com os olhos, mas estava muito saboroso. Acho que não cresceu como devia, se calhar porque abri o forno umas quantas de vezes (foi a primeira vez, ok?) e para a próxima provavelmente não coloco o pão ralado por cima e acrescento umas coisinhas ao recheio. Mas soube muito bem. 


A mais nova cá de casa comeu que se fartou e, a cada garfada, repetia: É bom!



domingo, 22 de janeiro de 2012

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"É bom!"

sábado, 21 de janeiro de 2012

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No Zoo

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

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Momento Zen do dia (para elas)

Cola!

O vício do colo é tanto, que acabei de a ver passar a correr atrás do gato, de braços no ar, e a gritar: COLA!

Ele foge. Como o compreendo.

Imaginário

- Mãe, hoje uma amiga minha viu uns ladrões numa casa.
- Ui! E eram mesmo ladrões?
- Sim, ela viu.
- Podiam ser os donos da casa. Como sabe ela que eram ladrões?
- Oh mãe! (E um olhar muito Dah) Estavam vestidos à ladrão.
- Ah! Então os ladrões vestem-se de maneira diferente?
- Claro. Usam umas calças e camisolas pretas, uma coisa na cabeça, também preta.
- Não sabia. Pensava que usavam roupas normais.
- Não! (olhar: ai credo!). Ah, e levam um saco grande, preto, com um S.
- Um S?
- Sim, um S. É o saco para o dinheiro.
- Ah.... um S (cifrão!). Estou a perceber. Então sabemos sempre quando são ladrões, distinguem-se bem.
- Pois!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

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Rotinas de fim de tarde

Dia de ballet. Chegamos mais tarde a casa. Enquanto eu adianto o jantar, preparo os pijamas e o que mais precisam para o banho, fecho estores, desfaço mochilas, ponho roupa a lavar (etc), elas aproveitam para um bocadinho de brincadeira. 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

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A olhar o mar, agarrada à terra.

São só vantagens (ou talvez não)

Hoje fiz exercício, passeei à beira mar, apanhei ar fresco, poupei em gasóleo... fui buscar a Nini à escola, a pé.

20 minutos para cada lado, a andar bem, a empurrar a Beatriz no carrinho. Para lá tudo na maior. Beatriz calma e a apreciar o passeio. Para cá, Beatriz a querer sair do carrinho e vir a pé como a irmã, a Inês a querer parar na esplanada para lanchar, o vento que apareceu e chegou gelado. A neura da Beatriz a aumentar, até que adormece. Eu a a Nini aproveitamos para brincar, tirar fotos em disparador automático, fazer passagens de modelos no passadiço. 

Voltamos para o quentinho de casa, a Beatriz acorda, e a festa continua...


A repetir, em dias de sol e temperatura amena.

17/366


Elas e as novas tecnologias


Impressionante como dominam. Ele é computadores, smartphones, dvd's e tv's, manuseiam tudo com uma naturalidade característica da sua geração. Há muito que a pequenita troca o dvd e o põe a passar, selecciona com o dedo no ecran táctil do telemóvel o video que quer ver, a mais velha nem se fala, está uma verdadeira perita.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

16/366


Passeio matinal

A Beatriz anda carente, chorosa, só quer colo e não se entretém com nada. Só está bem ao meu colo, com a minha total atenção. Este cenário só se altera quando saímos para a rua. A palavra de ordem passa de "cola" para "chão". E anda, anda, ri-se, aponta para tudo e está bem disposta. Mas não podemos andar sempre no passeio, pois não D. Bia?!



domingo, 15 de janeiro de 2012

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O vício, café

sábado, 14 de janeiro de 2012

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Soninho

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

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Chef Nini

20 meses

"A Beatriz está sempre a descobrir o restaurante nenuco e eu fico triste. Ela gosta tanto, tanto de mim. Logo que a minha mãe diz à minha irmã para irem buscar-me à escola, ela diz: Yeahhh e põe os braços no ar. Só que às vezes eu também fico um bocadinho zangada com ela, só que adoro a minha irmã. Mal eu mexo em alguma coisa, ela vem atrás brincar comigo, eu às vezes não quero que ela mexa nas minhas coisas. Ela adora bolachas e está sempre a pedir à mãe, e eu também."

Inês, aos 6 anos, sobre a Beatriz aos 20 meses.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Melhores dias virão

A maternidade, este mundo maravilhoso, tem o seu lado obscuro. Desde que entramos nele nunca mais estamos completamente em paz. Há sempre uma preocupação, algo que nos angustia, o medo das doenças, da sua segurança, felicidade, um rol de itens.

Estes últimos dias foram assim. Ando preocupada. A Beatriz não melhora. O seu estado de saúde vai-se alterando, mas não melhora. Anda bem disposta, brinca, faz disparates, come normalmente, mas não melhora. Claro que tudo isto é bom sinal, mas só sossego quando a vir boa.

Amanhã mais duas consultas.

Coração de mãe devia ter protecção, uma espécie de capacete e caneleiras, para proteger nos embates.

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Leituras da Beatriz

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

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Os adorados sapatos vermelhos da Inês

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Obrigada!
Pelos vossos elogios e palavras bonitas ao meu projecto 366. Fico muito feliz!
Mas atentem bem, ainda vamos no décimo dia. A ver se a criatividade não me atraiçoa.

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Colo de irmã

Alguém vende?*

A Inês diz que não gosta de ovo. Há muito que não come.

Hoje, em SOS doméstico (nada pronto a cozinhar), fiz-lhe esparguete com ovo estrelado.

Hora e meia à mesa. Seiscentos e nove: "come Inês!", trezentos e quarenta e cinco: "senta-te direita!", novecentos e vinte e quatro: "vais ficar de castigo!" e outras centenas de avisos e ordens. 

Ao fim disto tudo, quase a terminar:
- Mãe, afinal gosto deste ovo. Eu estava a tapar o nariz nas outras vezes, mas agora destapei e até gosto do sabor.

E a minha paciência*, como a recupero?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

9/366


Entre amigos

domingo, 8 de janeiro de 2012

Tudo está bem quando acaba bem

Sexta feira, aniversário da Inês, dia todo programado na minha cabeça. Dia todo esquematizado e dedicado ao sexto aniversário da minha mais velha. Estava com medo de não ter tempo, de a Beatriz estar em dia de birras e colo, mas ia fazer o bolo de manhã para levar à escola de tarde, ia buscá-la para almoçar e fazer-lhe a comida preferida. Ia passar a tarde a fazer o bolo (e outras doçarias) para a noite com a família, ia arrumar a casa e por a mesa da sala bem bonita. Ia adiantar as coisas para a manhã seguinte, porque logo cedo seria a festa com os amigos, num parque temático.

Só que eu já devia saber como são as coisas por cá. Não há data a comemorar que não fique marcado por algum revés. A Beatriz acordou cheia de pintas dos pés à cabeça, toda ela cheia de manchas vermelhas.

O meu dia alterou-se num instantinho. Eram 8h da manhã já eu batia a massa para o primeiro bolo de chocolate. Bolo no forno enquanto eu e a Beatriz nos preparávamos para sair para o pediatra.

Felizmente o pediatra conseguiu meter-me entre consultas e fui a terceira a ser atendida. Pois que nova virose nos bateu à porta, uma daquelas bem estranhas. Nada de febre ou outros sintomas, só algum mau estar e as tais manchas/borbulhas/pintas vermelhas. Ele apontou para umas das três: rubéola, roséola (exantema súbito) ou quinta doença (síndrome da estalada). Podia fazer análises para tipificar o vírus mas não viu necessidade disso, o tratamento é o mesmo, nada! Esperar que passe. Sendo assim também não me pareceu importante. Se bem que para explicar tudo isto cada vez que me perguntam por ela, mais valia ter um nome para atirar.

E o dia continuou. Consegui ir buscar a aniversariante à escola para almoçar (e consegui fazer o prato preferido), conseguimos ir cantar-lhe os parabéns à escola. Fiz mais uma tarte de amêndoa (a minha primeira) e outro bolo de chocolate. Este último foi feito com apenas uma mão! Beatriz, carente, chorosa e chata, alapada à minha anca, enquanto eu tentava bater o melhor possível o dito. Depois ao servir viam-se algumas bolinhas brancas (de farinha não dissolvida) mas foi o melhor que pude fazer. Acho que acabou por correr tudo bem.

No final do dia tinha uma menina feliz e orgulhosa do seu novo estatuto de 6 anos, e isso é que importa.

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Eu, a Nini e a Nancy

atenção: a sombra engordou-me!

sábado, 7 de janeiro de 2012

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Festa de aniversário

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

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6.º aniversário da Inês
Bolo para a escola

6 anos

Sou mãe há 6 anos. Tenho uma filha de 6 anos. Já tenho uma filha com 6 anos. A Inês faz hoje 6 anos.

Isto requer alguma mentalização. 6 anos é um marco. É um ano de viragem. Vai entrar na escola de verdade, vai aprender a ler e escrever, vai fazendo cada vez mais parte do mundo dos adultos, vai entrando devagarinho, com novos desafios, responsabilidades, compromissos. 

Ela quer crescer depressa. Por ela fazia já mais dois ou três seguidos. Ser grande é o objectivo. Todos os dias lhe digo que é tão bom ser pequenina, é tão bom ter (agora) 6 anos. Mas claro que ela não acredita.

A minha Inês é uma menina crescida. Ajuda-me em algumas tarefas, ajuda a colocar a mesa, a tratar da irmã, faz pequenos recados, atende o telemóvel quando eu não posso. Já se veste e despe sozinha, já precisa de pouca ajuda no banho. Fala muito bem, praticamente já não se engana nos tempos verbais. De vez em quando lá sai um di, mas corrige imediatamente para dei. Já sabe o que quer e o que não quer. Oh, se sabe. 

Mas a minha Inês ainda é pequenina. Ainda precisa de muitos mimos e muito colo. Ainda pede para adormecer comigo. Ainda precisa de ajuda para acabar de comer. Ainda precisa do beijinho quando se magoa. 

Não tem, de momento, um herói, uma paixão. Tem uma actividade favorita: escrever, desenhar e pintar. Anda sempre de volta dos papéis. Gasta imenso papel. 

Tem uma relação com a irmã... de irmãs. Ora estão na maior, são as maiores amigas, riem como umas perdidas, fazem disparates juntas, correm uma atrás da outra, ora estão aos empurrões uma à outra, há choro e gritos e puxões de cabelo e mordidelas (da mais nova). Tudo normal portanto!

(Ainda) É muito melosa com a mãe e o pai. Gosta muito de mimo, de abraços, de atenção. É vaidosa. A cor favorita é rosa. Adora saias e vestidos, não gosta de calças nem golas altas. É muito calorenta (ou carolenta como ela ainda se engana de vez em quando). 

A minha Inês hoje está de parabéns! 6 anos!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

5/366


Mr. Fofinho

E eu desculpo!

Quando repreendo a mais nova ela faz umas expressões de cair para o lado.

Pestaneja imenso, revira os olhos, evita o contacto visual comigo mas vai deitando uns olhares de lado para ver se a minha expressão continua séria. Olha para o lado como se não fosse nada com ela. Só lhe falta mesmo assobiar para o ar.

Dá-me uma vontade de rir imensa. Acabo por lhe dizer: Isso não se faz, pede desculpa à mamã. Ela ri-se, diz pupa e abraça-me. É tão pestinha.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Guião

As brincadeiras com a minha mais velha são mesmo espontâneas.

Mãe, quando eu passar aqui, diz.me assim: "olhe, faz favor, queria um café e um bolo", e depois eu respondo-te: "está bem, só um momento".

E lá digo eu a minha deixa.

Agora dizes que já está e eu venho levantar a mesa. "Já terminei" Não é assim, mãe. É "já está!".

"Já está!"

Lá vem ela levantar a "louça suja". Nini, podemos fazer isto de improviso? Eu digo aquilo que me apetecer e tu também? 

Não, dizes aquilo que eu disser, está bem?

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Little toes

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Constatações

Depois de se olhar duas vezes para a foto abaixo, pode-se constatar:

que a minha menina é linda,

que é a mãe que lhe corta a franja.


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Beatriz, a reguila

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

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A minha Inês com (ainda) 5 anos

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Self-portrait

I'm In!

Não sei se a "coisa" irá correr bem. Não prometo fotos espectaculares sempre (espero ter algumas boas de vez em quando! LOL), há dias em que lá terá que ser com o telemóvel, muitas vezes não passará de banalidades do dia a dia. Espero não esmorecer, espero não desistir. Mas sem grandes pressões, senão nada feito.

Falo disto. Que soube pela Maria de Lurdes.

Não vou seguir à risca. Não vão ser só fotos das miúdas.

Mais alguém alinha? É para ontem!

Pode-se começar em qualquer dia, mas eu mais logo faço a primeira batota do jogo e publico a foto de hoje e a de ontem.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Dia 1

Nota-se que ontem foi noite de farra. Todos dormem. Menos eu.

A mais pequena acordou-nos a todos a horas impróprias para o dia 1 de um novo ano. Depois de algumas horas de actividade e muita rabugice, o pai voltou a deitar-se, eu deitei a mais nova e a mais velha adormeceu no sofá.

A mim calhou-me arrumar as louças, pôr roupa a lavar e precisava mesmo de aspirar mas não os quero acordar. E tenho que preparar algo para comer porque os foliões dorminhocos vão acordar famintos.

Divertimento garantido


Este ano dizem que é de crise. Dizem que se vai notar ainda mais. Eu acredito. Mas temos que pensar positivo, não nos deixar levar por esta onda de pessimismo. Temos que continuar a rir e a aproveitar a vida.

E, como nem tudo custa dinheiro, aqui está um belo programa para o fim de semana: recolher as sobras de pão seco da semana, ir até ao parque mais próximo e dar muitas gargalhadas a dar de comer aos patinhos.

As meninas cá de casa adoram. E os patos também. A mais velha atira o pão e foge deles porque são muitos e esfomeados, quase nos tiram o pão das mãos. A mais nova agarra o pão, começa a comê-lo e ralha com os patos, grandes ou pequenos, que se aproximam para comer. Eu fotografo e o pai controla os grandalhões que se chegam demais.